Depois dos frigoríficos Minerva, Marfrig e Bertin, foi a vez do grupo JBS assumir o compromisso de não comprar gado de novas áreas desmatadas na Amazônia.
Em comunicado divulgado nesta quinta-feira (24), a empresa informa que assinou acordo com o grupo ambientalista Greenpeace, segundo o qual passará a adotar a política de desmatamento zero para toda sua cadeia de suprimentos.

Gado em área dentro da Floresta Nacional do Jamanxim, no Pará. (Foto: Divilgação/Ibama)
“A companhia determina que todo gado e produtos bovinos sejam exclusivamente fornecidos por fazendas ou grupos formalmente comprometidos com a adoção de um sistema de rastreabilidade de produção confiável que, além das exigências atuais, incluam exigências ambientais destinadas a eliminar o desmatamento”, diz nota assinada pelo diretor de Relações com Investidores, Jeremiah O'Callaghan.
A empresa se compromete a informar aos seus fornecedores todos os requisitos básicos e os que não cumprirem esses critérios serão excluídos das relações comerciais com o grupo.
A empresa se compromete a informar aos seus fornecedores todos os requisitos básicos e os que não cumprirem esses critérios serão excluídos das relações comerciais com o grupo.
Greenpeace
“Pelo porte da JBS-Friboi, seu compromisso com o desmatamento zero na Amazônia contribuirá para reduzir a imensa pressão que o setor pecuário exerce sobre a floresta, além de forçar seus milhares de fornecedores a cumprir a legislação fundiária e ambiental, e a respeitar a biodiversidade e os direitos dos povos indígenas da região”, comemora o Greenpeace em nota divulgada em seu site.
A compra de gado por grandes frigoríficos de áreas da Amazônia desmatadas recentemente é alvo de ação do Ministério Público Federal no Pará. O MP rastreou que carne com essa origem é vendida nos supermercados e exportada. A organização ambientalista Greenpeace fez levantamento que aponta que também em Mato Grosso ocorre este tipo de transação.
Em reação a estas investigações, pelo menos 35 empresas já confirmaram que deixarão de comprar gado ou derivados que tenham como origem os pastos recém-desmatados.
Já dura três dias o esforço da organização WildRescue para tentar capturar este gavião que teve um prego cravado na cabeça, possivelmente por uma arma que dispara esse tipo de objeto metálico. O grupo está desde a segunda-feira (17) tentando prender a ave, avistada num parque de San Francisco, nos EUA, para retirar o prego. Seus integrantes estão oferecendo US$ 10 mil de recompensa para quem der informações sobre o autor da crueldade com o animal. (Foto: AP)


























