sábado, 7 de abril de 2012

Pet Home aproxima dono do animal de estimação

Foto: Reprodução
Cachorros e gatos ganham cada vez mais espaço na vida das pessoas. Por isso, a arquiteta Elaine Benedetti dá dicas sobre como montar um ambiente dedicado aos animais domésticos e já adianta que o ‘pet home’ deve ser moderno, prático, eficiente e aconchegante. Feito para cuidar, conviver e guardar os objetos do animal de estimação.
Responsável pela criação e decoração do espaço Pet Home, na segunda edição da Mostra de Design de Interiores - Polo Design Show, em 2010, Elaine desenvolveu um projeto em razão da falta de espaços para bichos nas exposições de arquitetura. “Só existem projetos para salas, quartos de casal e crianças, faltava planejar um ambiente específico para animais”, declara.
A proposta da arquiteta é concentrar, num só local, tudo o que é preciso para atender as necessidades do animal, sem abrir mão da praticidade e elegância. Espaço específico para as necessidades fisiológicas, banho, armazenamento de comida, roupas, coleiras e todos os pertences dos pets; itens que não podem faltar na hora de montar um ‘quarto’ para os bichos domésticos.
A ideia, segundo a arquiteta, é organizar tudo. Separar um lugar para cada objeto. “Isso também ajuda no adestramento do cão, pois o animal aprenderá onde está cada coisa e, consequentemente, fará menos bagunça”, explica.
Planejamento
Elaine conta que o ‘pet home’ pode ser montado em casa ou apartamento. “Criar um espaço assim é igual a criar qualquer outro projeto arquitetônico. Independentemente do tamanho, é preciso olhar, criar e planejar”, diz. Para ambientes pequenos o ideal é colocar poucos móveis para o ambiente não ficar apertado e poluído.
Na hora de escolher os materiais a serem usados no piso, na parede e até mesmo dos móveis, a recomendação é que todos possam ser lavados e higienizados. “O espaço que projetei recebeu pintura com tinta acrílica, piso em porcelanato e armários de madeira laqueada”, revela Elaine.
Objetos ajudam na decoração
Para compor a decoração, a administradora de empresas Nilza Reple, da Focinho Dourado, distribuidora de produtos pets, dá opções de objetos caninos e felinos, como camas, arranhadores e coleiras. Entre as novidades do mercado estão almofadas de veludo de vários tamanhos e diferentes estampas, que além de servirem de cama ajudam na decoração. “Esses almofadões são muito bonitos e fáceis de lavar, e possuem o tamanho GG, versão esquecida pelo mercado”, diz.
Nilza também indica arranhadores para felinos, que vão dos mais simples, de sisal e carpete, e até os com aplicações de plush (material parecido com camurça). “O arranhador é brinquedo e também local de descanso para os gatos”, explica Nilza.
Contatos
Elaine Benedetti
Telefone: 4229-5288
ecbarquitetura@uol.com.br
Focinho Dourado
Telefone: 2311-0495
www.focinhodourado.com.br
reporterdiario

FALTA ESPAÇO. Coordenação alega que não tem onde abrigar animaisCCZ é denunciado por sacrifícios


Por: MADYSSON WESLLEY* - ESTAGIÁRIO
Devido à falta de estrutura, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Maceió não recolhe mais animais nas ruas. Até aqueles considerados saudáveis e aptos à adoção estão sendo sacrificados. A informação foi confirmada pelo coordenador Carlos Eduardo da Silva.

O órgão retira os animais das ruas e os leva à sua sede, na Cidade Universitária, próximo à BR-104, que tem capacidade para receber 50 animais. Mesmo sem apresentar números, a coordenação informa que a lotação já foi ultrapassada.

A Gazeta esteve no local para apurar denúncias de que maus tratos e sacrifícios ilegais de animais acontecem de forma rotineira no CCZ. “Deixei um cachorro lá, por alguns dias, enquanto concluía uma mudança de casa, mas quando voltei para buscá-lo ele já tinha sido sacrificado”, afirmou a chefe de cozinha Lécia Maria Helena dos Santos.

Ela disse, ainda, que levou o caso à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). “Fiz a denúncia porque estou disposta a contribuir para reverter esta situação. Já ajudei a retirar muitos animais das ruas. É um absurdo sacrificá-los sem estarem em estado terminal”, contou.

* Sob supervisão da editoria de Cidades.
gazetaweb

Orangotangos se encantam com tablets nos Estados Unidos


Mahal lambe o iPad e joga seu game preferido. Foto: AFP
Mahal lambe o iPad e joga seu game preferido
Foto: AFP



Um jovem orangotango brinca com um iPad e cria manchas coloridas. No zoológico de Milwaukee, Estados Unidos, os orangotangos dominam a alta tecnologia e brincam com tablets, que, um dia, lhes permitirão encontrar na internet animais de outros zoos.
Mahal lambe o iPad e joga seu game preferido. Em breve, ele e outros animais poderão usar a ferramenta em uma atividade mais apaixonante: conhecer orangotangos de outros zoológicos pela internet. Os animais já se mostram emocionados com a visão de outros orangotangos em vídeos exibidos em seus tablets, contam representantes do zoo. Mas ver ao vivo seus semelhantes pode ser ainda mais interessante.
"Estamos ansiosos para ver aonde isso irá nos levar", diz Trish Kahn, responsável pelos primatas do zoológico de Milwaukee. "Talvez fiquem indiferentes, mas, pelo que conheço deles, acho que entenderão de onde vem a imagem ao vivo, e que estarão vendo outro orangotango."
Os macacos de Milwaukee se divertem com iPads equipados com Wi-Fi, de forma que os visitantes podem ver os animais pela webcam enquanto eles jogam. Outros zoológicos usam tablets financiados pela associação Orangutan Outreach, que lançou a campanha "Apps for Apes" após observar como esses animais se divertem jogando em Milwaukee.
O objetivo é duplo: propor uma atividade para os orangotangos que desenvolva a sua inteligência, e tentar convencer os visitantes a se unirem a uma campanha de proteção da espécie.
"Esses animais estão ameaçados de extinção", afirma Khan, ao falar sobre os orangotangos, "destacadamente inteligentes". Seu habitat está sendo destruído por causa do dematamento na Indonésia para produzir óleo de palma.
Scott Engel, voluntário e fotógrafo independente, mostra os vídeos aos macacos através do vidro de sua jaula, e responde às perguntas dos visitantes. Ele afirma que Mahal adora ver imagens de pinguins, enquanto sua mãe adotiva, MJ acompanha com atenção documentários sobre a natureza feitos por David Attenborough para a BBC.
MJ toca no vidro para pedir a Scott que inicie o próximo vídeo. O voluntário entrou em contato com o zoo para doar seu iPad antigo. Agora, comparece ao local várias vezes por semana, para mostrar vídeos aos orangotangos, muitos produzidos por ele mesmo. "É maravilhoso poder estabelecer uma conexão com um animal", afirma o fotógrafo. Mahal aplaude quando vê Scott, e adora brincar de esconde-esconde com ele, enquanto MJ chama a atenção do voluntário, para que ele também brinque com ela.
Tommy, um macho solitário de 30 anos que passa a maior parte do tempo em seu canto, aproxima-se de vez em quando. Ele também gosta de ver Scott e seu iPad. "É maravilhoso vê-lo sair e parar de se esconder", diz Khan. "Tommy é fantástico, e queremos que as pessoas o vejam."
noticias.terra

Brasil tem pelo menos 250 novas espécies ameaçadas de extinção


O Brasil ganhou pelo menos 250 novas espécies ameaçadas na última década. Os dados, ainda preliminares, são da lista da fauna em risco que o ICMBio (Instituto Chico Mendes) prepara para o fim de 2014.
 A nova lista é a primeira avaliação global do estado de saúde dos animais brasileiros em uma década.

A anterior, publicada em 2004 pelo Ibama, indicava que 627 das cerca de 1.300 espécies avaliadas de anfíbios, répteis, peixes, aves, mamíferos e invertebrados estava sob algum grau de ameaça.

O status de ameaça de extinção é dado segundo categorias definidas pela IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza).

São elas "vulnerável", "em perigo", "criticamente em perigo", "extinto na natureza" e "extinta", de acordo com diversas medições do tamanho das populações e do grau de fragmentação dos habitats.

MUDANÇA

Uma instrução normativa publicada na última segunda-feira (3/4) no "Diário Oficial da União" determina uma mudança de estratégia na elaboração da próxima lista: a anterior, elaborada pela Fundação Biodiversitas para o Ibama, olhava apenas as chamadas espécies-candidatas, ou seja, as espécies de um mesmo gênero ou família com problemas em potencial.

"As listas eram encomendas à Biodiversitas com um prazo de desenvolvimento previamente estabelecido e nunca superior a 12-24 meses e com orçamento limitado", diz Gláucia Drummond, superintendente da fundação. "Nessas condições, não era possível avaliar todas as espécies de um dado grupo."

"Isso era tendencioso, porque a gente já sabe que vai ter vulnerabilidade", disse à Folha Ugo Vercillo, coordenador de Espécies Ameaçadas do Instituto Chico Mendes.

SALTO

A nova avaliação levará em conta todas as espécies de um determinado grupo, independentemente de suspeitas sobre seu grau de ameaça.

Isso fará com que o número de espécies avaliadas salte de 1.300 para 10 mil. Até agora só se avaliou 28% desse total. Daí a queda aparente na proporção de ameaçadas (de 50% para 15%).

Vercillo diz, porém, que o número real de animais em perigo aumenta a cada ano.

"O país não para de crescer, as áreas nativas continuam sendo alteradas", afirma.

Um caso que o ICMBio considera preocupante é o dos tubarões. Das 169 espécies brasileiras, duas são consideradas "regionalmente extintas" e 60 estão sob ameaça.

Outro motivo de preocupação é o impacto do aumento da construção de hidrelétricas sobre os peixes.

"Existe [hoje] uma tendência ao aumento de espécies em perigo, tanto para peixes continentais quanto para marinhos", diz Vercillo.

Por outro lado, há também espécies saindo de risco devido a programas de conservação. Até agora, segundo o coordenador do ICMBio, três que estavam ameaçadas em 2003 já deixaram a categoria.

Outras tiveram seu grau de ameaça reduzido, como a arara-azul-de-lear, caso citado por Drummond.

Segundo a bióloga, esforços de conservação no norte da Bahia, habitat da ave, aumentaram o número de indivíduos na natureza. "É provável que sua categoria seja reavaliada, passando de 'criticamente em perigo' para 'em perigo'", diz Drummond. Um alívio. Saiba mais em (www.icmbio.gov.br)



Fonte: FOLHA.COM

Cristóvão Norte assume apresentação de estatuto jurídico dos animais

Portugal

Cão de estimação e companhia

O deputado Cristóvão Norte, eleito pelo círculo do Algarve, assumiu a apresentação, em nome do PSD, de um projeto de lei que altere o Código Civil, estabelecendo um estatuto jurídico dos animais.

“É importante consagrar soluções que acompanhem o despertar da consciência social e robusteçam o quadro de proteção dos animais, especialmente em relação aos animais de companhia em relação do seu vínculo de afeição com o homem”, refere o parlamentar social-democrata, em comunicado.

De acordo com o deputado algarvio, em Portugal, quer por força da proliferação de associações de defesa dos animais quer pelo esforço voluntário de muitos cidadãos, “verificam-se crescentes manifestações de preocupação” sobre a matéria.

Cristóvão Norte mostrou-se convicto de que o Direito deve “perfilhar essa consciência social e adotar as medidas que a interpretem e exprimam”, reiterando, em nome do PSD, o compromisso de apresentar um pacote legislativo que trate esta questão de forma estruturada e global, “sem radicalismos e sem visar a produção animal, a caça ou as atividades culturais e de lazer”.

“Isso que fique bem claro: se se entende, e bem, que se deve oferecer um quadro legal que reforce a proteção dos animais e os reconduza a um tratamento jurídico que reconheça as suas singularidades e a sua natureza, então também se deve assumir, com nitidez e de forma perentória, que as soluções a propor devem obedecer e conter-se no âmbito da evolução social que se tem registado ao longo das últimas décadas. Ir mais além seria já entrar no domínio de soluções que provocariam crispação e para as quais o nosso consenso social não está minimamente preparado”, concluiu o deputado. 
regiao-sul.pt

Estudo mostra efeitos da redução de gelo e neve em animais e plantas

Quantidade de alguns seres vivos diminui, impactando cadeia alimentar. Plantas de regiões frias também podem ficar mais vulneráveis.


Joe Raedle/Getty Images/AFP
Estudo mostra efeitos da redução de gelo e neve em animais e plantas



Animais e plantas sofrem ameaças do derretimento da cobertura de gelo nos polos e da redução da quantidade de neve. Um novo estudo, publicado na edição de abril da revista científica "BioScience", analisou pela primeira vez os impactos de longo prazo dessas mudanças nos organismos vivos.

A quantidade de micróbios que vivem abaixo da camada de gelo, por exemplo, diminui com o derretimento, segundo a pesquisa. Isto impacta toda a cadeia alimentar que se inicia no microorganismo.

Assim, o número de microalgas que se alimentam dos micróbios também cai, levando à redução dos crils. Eles, por sua vez, são fonte de alimento para pássaros e mamíferos marinhos.

Já a alteração na quantidade de neve pode impactar a disponibilidade de terra para determinadas espécies de plantas. Além disso, a camada de neve que cobre o solo pode funcionar como um isolante térmico, que preserva as raízes dos vegetais. Menos neve poderia levar a raízes mais sucetíveis a doenças.

Os cientistas que conduziram o estudo fazer parte de um grupo de pesquisa interdisciplinar chamado Rede de Pesquisa Ecológica de Longo Termo.
cenariomt.
 
 

Páscoa: o perigo do chocolate para os animais de estimação


Páscoa: o perigo do chocolate para os animais de estimação

Rio Claro

Adriel Arvolea

Quem tem o hábito de repartir o que está comendo com o animal de estimação? A maioria das pessoas faz isso, mas se esquece de que tal atitude é prejudicial ao bicho, trazendo consequências negativas à sua saúde. E, com a chegada da Páscoa, o consumo de chocolate requer disciplina e vista grossa para que esse tipo de alimento não seja fatal, por exemplo, a um cão.

Mesmo que o chocolate seja tão gostoso e convidativo para os cães como para seus donos, ele contém uma substância conhecida como teobromina, um alcaloide amargo relacionado com a cafeína que pode ter efeitos perigosos no animal. De acordo com a médica veterinária Kátia Finardi, dez gramas de chocolate meio amargo para um cachorro de dois quilos é capaz de intoxicá-lo. “Independentemente do porte do animal ou ao tipo de chocolate, é prejudicial e pode levá-lo à morte”, explica a profissional.

Os sintomas dessa intoxicação surgem horas depois da ingestão e são similares àqueles que acompanham muitas infecções gastrointestinais, incluindo vômitos, diarreia, respiração pesada, ritmo acelerado na batida cardíaca, tremores musculares, acessos, distúrbios no controle de bexiga e até o coma. “Não há antídoto contra os efeitos da teobromina no animal, sendo necessários alguns dias de observação e cuidados médicos para eliminá-la do organismo. Então, a regra mais segura é a de manter todo chocolate fora do alcance do seu cão”, reforça.

A mesma indicação vale para os gatos, apesar de não gostarem tanto de doce como os cachorros. A Drª Finardi orienta, ainda, ao dono do animal para que se faça uma pergunta antes de alimentá-lo: O que estou dando como alimento, ele encontrará na natureza? “É um exercício simples que, certamente, terá efeitos positivos na saúde do bicho de estimação”.

Escolher bem os alimentos para seu cão é ter certeza de que ele será sempre saudável. Lembre-se de que, em hipótese nenhuma, deve ser estimulado nele o hábito de comer alimentos fora da dieta especificada pelo veterinário. Além disso, não existe nada mais desagradável do que um animal que fica mendigando comida à mesa. E, como alternativa na Páscoa, estão disponíveis no mercado petiscos de chocolate especiais para cães.

O site www.animalivre.org.br, também, traz informações complementares sobre o assunto e faz uma observação importante. “Quem suspeitaria de algo tão maravilhoso como o chocolate? Mas ele é o culpado e, se o socorro não for feito imediatamente, o animal poderá morrer. Há casos de o cão de repente adoecer, sem ninguém saber o porquê. A rapidez com que o tratamento veterinário for procurado é fundamental para impedir a absorção massiva ou remover a toxina do organismo”, conclui.
jornalcidade

Concurso na Lituânia reúne gatos exóticos e elege os mais belos


O gato Sphynx é uma das atrações do concurso de felinos que acontece neste sábado na cidade de Vilnius, Lituânia. Foto: AP
O gato Sphynx é uma das atrações do concurso de felinos que acontece neste sábado na cidade de Vilnius, Lituânia
Foto: AP
Beleza, porte e elegância: esses são alguns requisitos indispensáveis para um concurso diferente realizado anualmente em Vilnius, na Lituânia.
De diferentes raças - e alguns com um tipo de beleza até mesmo questionável - o evento em duração de dois dias e reúne criadores, pessoas comuns, apaixonadas pelos animais, e bichamos das mais diferentes raças e tamanhos.
A etapa da Lituânia faz parte de uma programação internacional, que passa por diversas cidades da Europa. Para participar, os gatos precisam ser vacinados, registrados em associações de 'classe', como a Federação Felina Internacional, por exemplo, e possuir até mesmo passaporte internacional.
Terra

Faculdades mineiras - MPF quer o fim de experimentos cruéis em animais vivos

O Ministério Público Federal (MPF) expediu duas recomendações – ao Centro Universitário de Patos de Minas (UNIPAM) e à Faculdade de Ciências da Saúde (FACISA) de Unaí – para que sejam abolidos todos os procedimentos que utilizem animais vivos e saudáveis na realização de experimentos científicos.
Uma das técnicas usuais consiste na vivissecção, por meio da qual animais vivos são abertos para estudo, e em alguns casos, sem o uso sequer de produtos anestésicos. Outras vezes, um mesmo animal é submetido a repetidos procedimentos; em outras, animais saudáveis são submetidos a cirurgias desnecessárias apenas como método de treinamento de alunos dos cursos de veterinária.
“Esses procedimentos trazem dor e sofrimento desnecessários aos animais”, afirma o procurador da República Onésio Amaral. “Além de muitas vezes desnecessários, são também ilegais, pois já existem vários dispositivos na legislação brasileira que os proíbem quando há métodos alternativos”.
Ele cita a Lei 9.605/98, que criminaliza o “ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais” e de realizar “experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos, quando existirem recursos alternativos” (artigo 32). A pena prevista vai de três meses a um ano, podendo chegar a 16 meses, caso o animal venha a morrer.
Para o MPF, “notoriamente, já existem métodos substitutivos das experiências com animais vivos e saudáveis utilizados por várias faculdades, tanto no Brasil como em outros países, não havendo, pois, justificativa para a continuidade de tais práticas”.
Agressão – A Lei 11.794/2008, que estabeleceu os procedimentos para o uso científico de animais, também proíbe qualquer intervenção sem a adoção de cuidados especiais, por exemplo, o uso de anestésicos. Quem infringir a lei, pode sofrer interdição definitiva de suas atividades (artigo 17).
“A mesma lei também prevê a possibilidade de restrição ou proibição de experimentos que importem em elevado grau de agressão, com o objetivo de poupar, ao máximo, o animal de sofrimento. Não se deve submeter animais saudáveis a cirurgias que lhes causem dor extrema quando há outros meios eficazes de ensinar determinada técnica a um estudante”, explica o procurador.
Para evitar esse tipo de ocorrência, o MPF recomendou às faculdades a implantação de um programa de recrutamento de animais doentes para serem utilizados nas aulas e procedimentos didático-cirúrgicos. “Dessa forma, além de evitar o descumprimento da lei, as faculdades ainda irão prestar um serviço à comunidade, oferecendo tratamento veterinário gratuito a animais que realmente necessitem”, afirma Onésio Amaral.
Comissão de Ética - No caso dos experimentos científicos, o MPF recomendou que as escolas promovam a inclusão, em seus programas curriculares, de métodos substitutivos das práticas experimentais crueis, adotando-se os exemplos de outras instituições. Elas também deverão evitar a prática de eutanásia, geralmente praticada ao final das experimentações. “A eutanásia somente é admitida quando o animal, apesar dos cuidados que lhes foram dispensados, estiver sob intenso sofrimento ou não haja mais cura para a doença. O problema é que determinados centros de pesquisa e de estudos sacrificam os animais apenas para se verem livres deles ou por não terem onde e como criá-los”.
Por isso, também foi recomendado que as faculdades credenciem entidades de proteção aos animais que possam recebê-los ao final do tratamento.
“Ou seja, as escolas deverão cumprir todas as normas acerca dos direitos dos animais, especialmente no que tange ao zelo e guarda, dando-lhes alimentação adequada, proteção, resguardo da saúde e do bem estar, com a minoração do sofrimento e cuidados especiais no curso dos procedimentos”, observa o procurador da República.
Por fim, foi recomendada a instalação de Comissões de Ética – que é também uma exigência legal -, para avaliar e acompanhar os procedimentos científicos e didáticos em animais realizados no âmbito das instituições.
A UNIPAM e a FACISA terão prazo de 20 dias para informar o acatamento da recomendação.
Fonte: MPF

Tutora deixa cão desesperado sem remédio para coceira e ele mastiga o próprio rabo

Reino Unido
Shelley quis economizar nos remédios de pulga e causou sofrimento em Sambuca (Foto: Reprodução/Vírgula)
Um bull terrier desesperado mordeu e arrancou um pedaço de sua própria cauda depois de passar  um mês com uma coceira insuportável. Sua tutora, Shelley Blackwell, de 29 anos, o deixou sem remédio por semanas e o bichinho não viu outra solução, a não ser se morder.
Veterinários disseram que o cão de dois anos, batizado de Sambuca, passou vários dias em autoflagelo até ser encontrado por membros do centro de zoonose local.
Shelley foi, então, parar no tribunal e considerada culpada por causar sofrimento desnecessário em Sambuca. Ela terá de pagar multa, prestar serviços à comunidade e não poderá ter outro animal dentro do período de três anos.
Funcionários da RSPCA (associação que cuida dos animais no Reino Unido) disseram ter ficado chocados ao inspecionar a casa de Shelley em abril do ano passado, quando encontraram Sambuca ferido e sofrendo. Segundo os veterinários, o cachorro tinha arranhões e mordeu sua pele durante um mês, criando feridas.
Conforme informações do “Daily Mail”, o cachorro estava tão desesperado que mastigou e arrancou a pele da cauda para ter alívio, gerando uma ferida sangrenta, que estava aberta.
A tutora do cachorro alegou que estava tratando-o sozinha em casa, sem ajuda especializada, aplicando produtos para pulgas que ela tinha comprado em uma loja de animais. No entanto, segundo a avaliação dos veterinários, por causa da tentativa de economia de cerca de R$ 100 o animal chegou ao estado em que foi encontrado.
Fonte: Vírgula

CCZ de Maceió (AL) é denunciado por sacrifícios

Devido à falta de estrutura, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Maceió não recolhe mais animais nas ruas. Até aqueles considerados saudáveis e aptos à adoção estão sendo sacrificados. A informação foi confirmada pelo coordenador Carlos Eduardo da Silva.
O órgão retira os animais das ruas e os leva à sua sede, na Cidade Universitária, próximo à BR-104, que tem capacidade para receber 50 animais. Mesmo sem apresentar números, a coordenação informa que a lotação já foi ultrapassada.
A Gazeta esteve no local para apurar denúncias de que maus-tratos e sacrifícios ilegais de animais acontecem de forma rotineira no CCZ. “Deixei um cachorro lá, por alguns dias, enquanto concluía uma mudança de casa, mas quando voltei para buscá-lo, ele já tinha sido sacrificado”, afirmou a chefe de cozinha Lécia Maria Helena dos Santos.
Ela disse, ainda, que levou o caso à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). “Fiz a denúncia porque estou disposta a contribuir para reverter esta situação. Já ajudei a retirar muitos animais das ruas. É um absurdo sacrificá-los sem estarem em estado terminal”, contou.
Fonte: Gazeta de Alagoas

Plataforma de Cidadania pede proibição de captura desembarque e comércio de tubarões

Portugal
(Foto: Reprodução/RTP)
A pesca de tubarão nos Açores está em níveis alarmantes, denunciou a Plataforma de Cidadania, coligação formada para concorrer às eleições regionais de outubro.
A plataforma fez uma petição na Internet e pede agora que seja proibida a pesca de tubarão na região. A petição pedindo medidas de proteção aos tubarões conseguiu mais de 350 assinaturas em menos de 24 horas.
Embora sem dados oficiais, as capturas de tubarões têm aumentado este ano, explicou André Silveira da Plataforma de Cidadania.
“Nos últimos três meses, devido às excelentes condições meteorológicas, tem-se verificado que os valores de desembarque de diversas espécies de tubarão nos portos açorianos tem aumentado de forma muito preocupante”, afirmou André Silveira, da Plataforma de Cidadania, que envolve o PPM, o MPT e independentes.
André Silveira frisou que “há muita preocupação” em relação ao nível das capturas, considerando que “o tubarão está sendo alvo de uma aniquilação em série”.
Ele recordou que a venda de tubarão  “não traz rendimento relevante para os pescadores açorianos, mas destacou os proveitos que podem resultar da promoção da prática de mergulho com tintureiras no mar dos Açores.
Argumenta por isso a plataforma, que a pesca dos tubarões deve ser impedida na região, defendendo “a proibição do desembarque e comércio das espécies de tintureira, rinquim, tubarão-frade, tubarão-baleia, jamanta e manta na região”. Além disso, pretende “a proibição da pesca dirigida ao espadarte com palangre de superfície na ZEE dos Açores durante os meses em que a captura de tubarão seja superior à do espadarte”, defendendo ainda “esforços junto das entidades europeias para a recuperação da jurisdição das pescas na totalidade das 200 milhas da ZEE dos Açores”.
A plataforma, que integra cidadãos, o fotógrafo Nuno Sá, biólogos e empresários, argumenta que o interesse dos pescadores açorianos nesta espécie é mínimo, enquanto o interesse turístico pode ter relevo, explicou Carlos Paulos, proprietário de um Centro de Mergulho em Vila Franca, em São Miguel.
A plataforma espera conseguir gerar consenso em volta desta causa.
Com informações de RTP

Ativistas pelos direitos animais fazem protesto em granja de aves exploradas para “produção” de ovos





Foto: Reprodução/Igualdad Animal
Quatro ativistas da “Animal Liberation Victoria”, uma organização australiana que luta pelos direitos animais, arriscaram sua saúde e liberdade ao invadir uma granja exploradora de galinhas para a “produção” de ovos. As informações são da Igualdad Animal.
Com roupas especiais e máscaras de gás, as ativistas acorrentaram-se a gaiolas onde as aves ficam amontoadas para chamar a atenção da sociedade para o que acontece nestas granjas. Ao realizar esta ação, as quatro ativistas estão violando as condições da fiança que foram estabelecidas depois da realização de um protesto similar que ocorreu em maio do ano passado.
No último protesto realizado na “Sommerville Egg Farm, em Moorooduc, Austrália, a presidenta da ALV, Patty Mark, de 62 anos, e outras três ativistas – Felicity Andersen, de 37 anos, Lisa Manning e Jo Osborne, ambas de 40 anos, se acorrentaram a gaiolas onde as galinhas “vivem” confinadas e seguraram cartazes com dizeres: “Liberdade”, “Onde está a justiça?”, “Como você gosta de seus ovos? – Presos – Mutilados – Doentes – Torturados”. A ação ocorreu na madrugada da última quarta-feira (4).
Em declaração ao jornal “The Age”, Patty Mark afirmou que as condições no local eram “lamentáveis”: “Há galinhas mortas nas gaiolas e no chão. Todo o lugar está sujo e abarrotado com cerca de 20.000 galinhas e, muitas delas, têm grandes perdas das penas ou estão completamente depenadas”.
Por conta de um protesto realizado em maio do ano passado, na mesma granja, as ativistas devem se apresentar ao Juizado de “Frankston” no próximo dia 23 de abril. Elas são acusadas de negarem-se a deixar a propriedade “Sommerville”. Na ação, que durou doze horas, quinze ativistas da ALV subiram no terraço da avícola para também denunciar as terríveis condições dos animais explorados por seus ovos. Ao invadir novamente a granja, essas quatro mulheres estão violando uma determinação judicial que lhes proíbe de aproximarem-se a menos de 200 metros do local.
O proprietário da Sommerville, Luigi Napolitano, negou que as aves sejam submetidas a tratamento cruel em sua granja, dizendo que as ativistas haviam estressado as galinhas. “Nós seguimos as leis. Imaginar o que acontece aqui e o que, de fato, acontece são coisas diferentes. Temos um veterinário que vem aqui, pelo menos, uma vez por mês para verificar as condições das galinhas. Nunca houve um problema aqui.”, afirmou o dono do local.
Nota da Redação: Animais não nasceram para viver confinados, e serem torturados para atender aos caprichos sádicos dos humanos. Submeter qualquer espécie de ser senciente a condições alheias à sua natureza, escravizando-o e privando-o de seu direito à liberdade e à vida, é cometer um ato de violência e crueldade. Não existe bem-estar animal se este está sendo explorado – ao ser privado de seus direitos fundamentais é uma contradição, e até um certo cinismo, querer afirmar que o animal é “bem tratado”. Talvez quando o mundo perceber que os animais não são propriedades humanas, muito menos seus escravos, haja uma chance real de evolução planetária para todos os seres que o habitam.
fonte anda

Caçadores postam fotos com animais e geram revolta em rede social

Caçador posa para foto após prender lobo em armadilha (Foto: Divulgação)
O FBI está investigando denúncias de que um grupo de ativistas chamado Footloose que estaria sendo ameaçado por e-mail, após fazer acusações contra caçadores por meio do Facebook. A organização publicou, em sua página na rede social, diversas imagens de homens que se gabam de matar lobos no local.
Milhares de pessoas se engajaram na campanha online pelos direitos dos animais, o que causou muita irritação nos caçadores. O Footloose chegou a receber um e-mail em tom ameaçador poucos dias depois de iniciar seus protestos pelo Facebook, com o assunto “Vocês são os próximos” e palavras intimidativas, como “Verei vocês morrerem devagar, sangrando e gritando por piedade, enquanto eu estarei tirando fotos”.
O sargento Travis Welsh, do Departamento de Polícia da região, admitiu que há investigações em andamento sobre o caso, que vem gerando bastante polêmica nas redes sociais. Há até sites, como o Trapperman.com, dedicados somente à prática deste tipo de caça, que é considerada ilegal em boa parte dos Estados Unidos. Segundo estudos divulgados por defensores dos animais, somente no último ano, a população de lobos em Idaho caiu 40%, enquanto em Montana só há um terço dos animais que havia em 2011.
Os números preocupam os defensores dos animais, que destacam o papel fundamental dos lobos no ambiente das montanhas. Além disso, ressaltam que a caça vem se tornando cada vez mais frequente nessa região.
Fonte: Meionorte.com

Filhote de chimpanzé é adotado por uma cadela mastiff e sua ninhada

(Foto: Divulgação)
Há dois anos, em um dos zoológicos da Rússia, uma chipanzé fême, por alguma razão, rejeitou seu filhote.
Quando um dos empregados do Zoo levou o pequeno chipanzé para a sua residência, nunca imaginou que sua cachorra, uma mastiff, se tornaria a mãe do chipanzé orfão, e trataria o lindo bebê como um de seus filhotes.
(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)
Fonte: English Russia

Caso de pit bull morto a tiros por segurança da UFRGS revolta estudantes

A morte de uma cadela da raça pitbull com um tiro disparado por um segurança da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) causou a revolta de estudantes. Pelas redes sociais, eles organizam um protesto na segunda-feira em frente à instituição, em Porto Alegre.
O caso foi registrado na 15ª Delegacia de Polícia da Capital logo após a morte do animal, na tarde de sexta-feira. Segundo o titular da DP, Luiz Fernando Martins Oliveira, um inquérito deverá apurar as circunstâncias do disparo. “Na segunda-feira vamos tomar as providências, como chamar os envolvidos para prestar depoimento. O principal é esclarecer o motivo que levou o vigilante a disparar contra o animal”, disse.
A cadela Artêmis foi atingida por um tiro na cabeça disparado pelo servidor de uma empresa que presta serviços de segurança à universidade. O animal chegou a ser encaminhado ao hospital veterninário, mas não resistiu ao ferimento. A tutora do pitbull, Mariana Santos, criticou no Facebook a ação do vigilante.
“Hoje a tarde ela foi assassinada por um dito segurança de uma empresa terceirizada muito mal preparado, que ao ver o cão latir na área de um hospital veterinário simplesmente saca a arma e dá um tiro na cabeça da cadela”, disse a estudante ao destacar que o animal estava junto aos tutores, estudantes e veterinários da faculdade, que trabalhavam no plantão do feriado.
Fonte: Terra

População de animais explorados como comida cresce mundialmente

Dados revelados esta semana pelo Worldwatch Institute através de seu jornal de análise de tendências Vital Signs mostra que as populações de animais escravizados continuam a crescer mundialmente (enquanto a de animais livres decresce na mesma velocidade).
O número de galinhas criadas para consumo humano cresceu 169 por cento entre 1980 e 2010, de 7.2 bilhões para 19.4 bilhões. Durante o mesmo período a população de caprinos e ovelhas chegou a 2 bilhões, e a população de gado cresceu 17 por cento, atingindo 1.4 bilhões.
O Consultative Group on International Agricultural Research estima que em 2050 a população de aves de abate terá crescido para 30 bilhões, a de caprinos e ovelhas para 2.7 bilhões e a de gado para 2.6 bilhões de animais.
Consumo de leite e ovo também tem aumentado. Segundo a ONU, entre 1980 e 2005 o consumo per capita de leite em países desenvolvidos quase dobrou, o consumo de carne quase triplicou e o de ovos cresceu quase cinco vezes.
Os maiores saltos em consumo estão ocorrendo no leste e sudeste da Ásia. O consumo per capita de leite na China cresceu de 2.3 quilos em 1980 para 23.2 quilos em 2005. O consumo per capita de carne na China quadruplicou no mesmo período e o consumo de ovos cresceu de 2.5 quilos para 20.2 quilos. Na Índia, Operation Flood, um projeto do conselho nacional de laticínios que busca aumentar a produção e consumo de leite no país, ajudou a aumentar o consumo per capita de leite de 38kg em 1980 para quase 69 quilos em 2007. A Índia é agora o maior produtor de leite do mundo.
fonte: anda

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Entrevista com Mac Danzing, lutador vegano do UFC



(Foto: Reprodução/Vista-se)
A entrevista abaixo foi publicada originalmente no site Mens Fitness.
Mac, a sua trajetória como vegano começou em 1999, quando você decidiu tirar os lacticínios da sua alimentação. A que se deveu esta opção? Foi alguma alergia?
MD – Eu sempre pegava umas infecções auditivas e nunca detectava o problema. As alergias vão desenvolvendo-se à medida que vamos crescendo e podem tornar-se piores. Fiz alguma pesquisa e descobri que a alergia ao leite por vezes causa estes problemas. Foi aí que decidi cortar nos lacticínios e a partir daí não tive mais nenhum problema.
O que te levou a decidir deixar de comer carne?
Quando tinha 16 anos, deixei de comer vaca e porco, chegou um momento em que eu queria minimizar o meu consumo de produtos animais. Eu sabia o que é a criação intensiva de animais e conhecia as teorias que comer carne não é saudável. No entanto, eu vivia com a ideia que se somos atletas, devemos comer proteína animal, por isso eu mantive o frango e o peixe na minha alimentação. Esta minha opção começou a deixar-me enojado e estava a um mês de uma luta, quando decidi que não poderia manter os produtos animais na minha alimentação! O meu treinador era vegan e foi ele que me ajudou a fazer a mudança. Não comer carne ajudou muito na preparação para esta luta.
Há mais algum vegan nos combates de MMA?
O Jake Shields é vegetariano e tem muito sucesso. Mas que eu saiba o único que leva um estilo de vida vegan sou eu.
Você já mencionou anteriormente que não come muitos legumes e verduras. O que faz parte da tua alimentação?
Como mais tipos de vegetais à medida que se aproxima um combate, porque preciso estar no meu melhor. No resto do tempo, alimento-me mais de grãos, tofu e fruta, quando se aproximam os combates começo a comer mais alimentos completos e uma variedade maior de vegetais.
Alguma vez você trapaceou sua filosofia e comeu produtos de origem animal?
Nunca!
Você disse que é mais fácil manter a forma enquanto vegano. Isso acontece por que as comidas são por norma, não engordativas?
Bem… quando não estou fazendo preparação para uma luta, sou bastante guloso e gosto de comer uns doces vegan, mas não sei explicar bem o que se passa. Deve estar relacionado com o sistema digestivo que é um pouco mais rápido quando seguimos uma dieta vegana. O que eu como não tem muito sódio, por isso não retenho muita água. Preciso de apenas 3 semanas para reduzir o meu peso de 77 para 70 quilos. Nas três semanas que antecedem os combates elimino a comida artificial e começo a vigiar as calorias. Mesmo treinando 3 vezes por dia mantenho as 3000 calorias diárias, duas semanas depois reduzo para 2000 e na semana que antecede para 1800 por dia.
Como você começou a lutar?
Eu assistia aos primeiros UFC e era um grande fã. Nasci em Cleveland e cresci em Pittsburgh, com uma passagem breve pela Virgínia. Eu gostava de ver as lutas, mas nunca tinha oportunidade para treinar, até que um rapaz que treinava jiu-jitsu se mudou para a minha região e começamos a treinar juntos. Comecei a lutar como amador em menos de um ano. Em 2002 decidi mudar-me para a Califórnia com um amigo. Queria-mos treinar “Team Punishment” com o Tito Ortiz, mas acabamos trinando “RAW”.
Como você chegou ao UFC?
Os produtores já me conheciam e queriam que eu fizesse parte do espetáculo. Convidaram-me a ir a Las Vegas e fizeram uma entrevista para tentar perceber como eu era em termos de personalidade.
E você deixou eles contentes?
Alguns dos concorrentes estavam intimidados, pela falta de experiência que tinham. Há muitos que abandonam o espetáculo mas que têm muito potencial, mas que agora estão no UFC lutando com lutadores top.
Qual é o teu plano de treinos atualmente?
Atualmente faço musculação, flexões e elevações. Mas hoje em dia a maior parte do meu treino é baseado em luta corpo a corpo. Sou geneticamente bem dotado fisicamente.
O que tens a dizer sobre aquelas pessoas que dizem que o estrogéneo da soja faz crescer as mamas aos homens e causa problemas de ereção?
Eu acho uma certa piada. A minha alimentação tem bastante produtos à base de soja e até agora nenhum desses sintomas se manifestou em mim. Conheço muitas pessoas que tomavam testosterona e que ganharam ginecomastia. Se a testosterona faz o teu corpo produzir mais estrogéneo, porque que eu iria querer consumir alguma coisa que aumentasse a minha testosterona? A reação do meu corpo será nivelar os valores. Eu nunca fui da opinião que precisamos de 2 gramas de proteína por 500gr de peso. Quando fiz a minha pesquisa descobri que o nosso corpo só absorve até uma determinada quantidade. Eu retenho cerca de 120 gramas por dia, o que é menos de meia grama por 500gr de peso corporal.
Você parece ser um cara tranquilo. O que você faz para se manter calmo?
Eu treino sempre o mais duro possível e com as melhores pessoas que me rodeiam. Quando você sente que não treina o seu máximo possível, não consegue fazer render o seu treino e não dá o seu melhor. Também pratico meditação para conseguir controlar a ansiedade em frente a uma grande audiência.
Contra quem você gostaria de lutar?
Apenas os melhores lutadores para quando a minha carreira terminar, eu poder dizer que lutei sempre contra os melhores, me torne campeão ou não. Nunca irei recusar uma luta. Preferiria lutar hoje com o BJ Penn do que com um grupo de
  Vista-se