sexta-feira, 18 de maio de 2012

Terrificante realidade












167 baleias-piloto foram mortos no domingo em Funningsfirdi, Ilhas Faroe. Isto traz o número total de baleias-piloto morreram durante o Grindadrap 2011 ("The Grind") para 575. Nenhuma outra espécie são relatados para ter sido morto. Fonte:http://www.wdcs-na.org/~~V
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Por isso o prendem! 


O defensor das baleias



Eduardo Pires: “Já fui mais romântico”


O ator fala sobre o namoro, as dificuldades na carreira, cena polêmica em filme e conta como se tornou vegano
POR JONATHAN PEREIRA; FOTOS: DRICA DONATO/DIVULGAÇÃO, MUNIR CHATACK E MICHEL ÂNGELO/TV RECORD
Eduardo Pires está contente com seu atual momento profissional. Depois de dois anos fora do ar, o ator recebe o reconhecimento do público juvenil ao interpretar o professor Vicente da novela “Rebelde”, permanecendo no elenco da segunda temporada. Aos 31 anos, ele poderia ser confundido com um dos alunos da trama, devido à aparência de mais jovem. Por enquanto, garante que parecer mais novo não tem atrapalhado sua carreira.
Nessa entrevista a QUEM, o ator, que pensa bastante enquanto dá suas respostas na busca pelas palavras que melhor traduzam o que quer dizer, fala sobre o namoro de quase dois anos, a vontade de formar uma família, o início da carreira, o assédio das fãs, a cena de beijo em Daniel de Oliveira no filme “Cazuza – O Tempo Não Para” – no qual ele interpretou Serginho - e conta o motivo que o levou a se tornar vegano. Leia o que Eduardo respondeu sobre cada um desses assuntos:
Início da carreira
“Eu estava no 2º ano do Ensino Médio e imitava os professores. Onde eu estudava tinha muita gente ligada às artes, música e teatro. Umas colegas de turma diziam ‘você tem talento, deveria fazer teatro’, mas não dei muita bola. No terceiro ano prestei vestibular, não passei, no ano seguinte fiz cursinho e não passei. Não estava muito a fim de Arquitetura, então fiz um curso de teatro para ver se eu gostava. No final o professor convidou algumas pessoas para produzir profissionalmente a peça, e nesse meio tempo entrei para a CAL (Casa de Artes de Laranjeiras). Fiz uma participação em ‘Carga Pesada’ (2003) e no ano seguinte estreei em novelas em ‘Começar de Novo’”.
Michel Angelo
 
Apoio familiar
 
“Quando escolhi essa profissão não teve nenhuma tempestade, mas meu pai virou e falou: ‘tem que estudar, tem que ler muito e se dedicar. Não quero que você vire um vagabundo’. Ele tinha medo que eu ficasse de papo pro ar. Como nunca fui um malandrinho, ele acreditou em mim e me apoiou. Quando fiquei sem trabalho, sem dinheiro, tive muito apoio da minha família. Fiquei na casa da minha mãe no período que estive desempregado.”
 
Novela
‘Rebelde’ é um trabalho muito especial para mim, o reconhecimento está sendo enorme! É um público muito fiel e empolgado, que compra revista, se interessa pelos atores, não só pela novela. O Vicente é um personagem muito carismático, ele é poético, em parte cômico, muito rico. Estava precisando trabalhar, fiquei uns dois anos sem fazer novela, queria voltar. Bati na porta da Record pedindo emprego, dizendo ‘preciso trabalhar, por favor’. Me apresentaram ‘Rebelde’, fiquei muito feliz, sabia que era uma novela com muito potencial. Tenho muita gratidão pela Record, não canso de falar isso com o peito aberto, tenho o maior carinho e respeito possível.”
Michel Angelo
Comédia ou drama?
“(pensa). Gosto das duas coisas, tenho verve para as duas, transito bem entre os dois gêneros. Não sou um comediante, mas sou um ator que faz comédia. Acho que fiz mais drama.”
Assédio
“A novela aproxima muito as pessoas, elas vêm falar comigo como se fossem íntimas, acho muito legal. A fama não me deslumbra, não é o meu objetivo. Há pessoas que gostam disso, que se satisfazem. Faz parte da minha profissão, preciso disso também para ser reconhecido, então uso de forma muito pragmática. Já chegou gente para falar comigo quando eu não estava num bom dia. Não fui tão simpático como deveria, mas não tratei mal.”
Beijo gay no filme “Cazuza”
“Não teve dificuldade, e a possível reação do público nem me passou pela cabeça. Era o meu trabalho, para mim não é um bicho de sete cabeças. Não sou homossexual, sou hétero, era uma boca, e isso não me afetou em nenhum momento. Era a boca do Daniel de Oliveira, não tive nojo, nem fiquei constrangido. Era um sonho para mim fazer o filme, um divisor de águas na minha vida, meu primeiro trabalho com aquelas dimensões de alcance e de profissionais. Estava trabalhando com Sandra WerneckWalther CarvalhoAndrea Beltrão, seria um pecado se eu tivesse receio, não poderia estar ali se tivesse algum tipo de trava para fazer o Serginho.”
Vegano
“Assisti a uma palestra sobre poder da mente, física quântica e, em determinado ponto, o palestrante disse que o homem do terceiro milênio não comeria mais os animais, pois hoje em dia a indústria agropecuária causa muito sofrimento a eles. Como sempre gostei de animais, decidi não comer mais o que vinha deles. Umas amigas me indicaram o filme ‘A carne é fraca’, tem no Youtube. Além do sofrimento dos animais, há um dano ambiental que você não faz ideia. As queimadas na Amazônia poluem mais que todos os veículos do mundo juntos, e 90% das queimadas lá são para criação de gado. Não posso contribuir com essa destruição toda, não posso contribuir com esse comércio. Fora os malefícios que isso causa para a saúde, que não sabemos quais são, ao ingerir carne de frango e de porco, por exemplo,com essa quantidade de anabolizantes e remédios. A criação de Chester então, é demoníaco, é absurdo. Não tenho mais estômago, não desce, olho para uma carne e me trava a garganta. Daí decidi não comer animais. Não uso couro, dei roupas,sapatos e carteiras de couro, doei tudo para o Instituto de Defesa dos Animais do Rio, para arrecadarem fundos em bazares.”
Aparência mais jovem
 “As pessoas sempre ficam surpresas (ao saberem que ele tem 31 anos), muito (risos). É relativo (pensa). Até agora não tem me atrapalhado, não pego personagem que tem aparência de mais velho, mas pego o que tem minha aparência. Para o Vicente eu queria ter um aspecto de mais idade. Mas não tem atrapalhado. Uma hora vou parecer velho. Quando tiver 40 vou parecer 30, não tem jeito.”
Vaidade
“Sou vaidoso sim, gosto de me cuidar. Agora dei uma relaxada, estou sem fazer exercício há quase um ano, isso me incomoda, pois vejo meu corpo fora de forma. Isso pela aparência, de olhar no espelho e pensar ‘olha, que barriga’. É uma questão de autoestima, de não estar me amando. E gosto de me vestir bem.”
Drica Donato/Divulgação e Munir Chatack/TV Record

Namoro
“(pensa). Está fazendo 1 ano e 9 meses. Nos conhecemos assim: para fazer o Vicente, quando eu soube queele era fotógrafo, fui fazer um curso de fotografia básico. Estava no workshop, um amigo me viu falando do curso e ele estava com um projeto de intervenções urbanas meio teatral, meio artes plásticas na rua e chamou algumas pessoas para fotografar, para ter a visão de cada um do trabalho. Ele queria fotografar atores modificando locais de passagem, como pontos de ônibus. Quem estava com ele era a Cinthia (atriz). Na hora que ela veio e começou a falar, me apaixonei. Comecei a frequentar a casa dela. Depois que tudo acabou, me chamaram para fazer parte desse coletivo artístico, formaram a equipe ‘Pause’. A gente acabou ficando e namorou. Depois fizemos outros projetos, como uma exposição de artes plásticas no Circo Voador.”
Casamento?
“Tenho planos de casar com ela, mas não agora. Conversamos seriamente sobre isso. Achamos que não é o momento ainda, precisamos sedimentar algumas coisas na profissão e na relação. Filhos eu quero, mas mais para a frente ainda, ela já tem um filho. O Leo tem 5 anos e me adora, treino ser amigo dele. A minha disposição para com ele é de afeto, amizade, carinho. Fiz questão de ter essa postura, porque ele tem pai muito presente na vida dele, um ótimo pai.”
Romantismo
“Eu já fui mais romântico, hoje em dia... No começo do namoro, a gente é mais. Mesmo assim mando mensagens pelo celular dizendo que amo, passo de surpresa na casa dela ra jantar em um lugar legal. E levo o chocolate que ela gosta".
Horas vagas
"Gosto de ir ao teatro, sair para jantar com minha namorada, com amigos, ler. Já escrevi versos e poesias para mim. Não tenho a menor vontade de virar escritor ou poeta, sei que minha onda não é essa. E faço terapia há 3 anos por causa do sofrimento, angústia, neurose da existência, de não estar conseguindo viver essa vida".

Ilusão de ótica - relax




Ilusão de óptica: uma espiral fantasma que aparece do nada



Basta ficar olhando para o X vermelho e curtir a “viagem”.




/hypescience


Os cavalos não esquecem


Equídeos são capazes de reconhecer vozes e rostos

Costuma dizer-se que os elefantes nunca esquecem. No entanto, esta capacidade não é privilégio deles. Um estudo britânico, publicado na Prodeedings of the Royal Society B, demonstrou que os cavalos são capazes de se lembrarem de rostos e vozes.

O reconhecimento de vozes e feições está na base dos comportamentos sociais. Se os animais não fossem capazes de se reconhecerem entre eles, não podiam interagir, segundo os investigadores.
Os cientistas Lean Proops e Karen McComb, da Universidade de Essex, fizeram duas experiências diferentes. Na primeira, duas pessoas se mantinham em pé, uma de cada lado de um cavalo – num dos lados estaria um desconhecido e no outro o domador. Passado algum tempo, a voz do estranho ou do conhecido seria indirectamente difundida pela sala, onde decorre o teste e quando ouvia a voz, o cavalo reconhecia-a de imediato, identificando o rosto.

No entanto, quando a voz era da pessoa estranha, o cavalo mostrava alguma resistência antes de virar a cabeça. Os investigadores repararam que quando a pessoa se situava do lado direito, os animais reagiam mais rapidamente.

Para a segunda experiência, colocam-se duas pessoas conhecidas em cada um dos lados, de forma a assegurar que o cavalo seria capaz de distinguir as vozes e os seus rostos. Segundo a equipa de cientistas, o sistema cognitivo de reconhecimento de vozes e rostos não é uma característica puramente reservada aos seres humanos ou aos primatas.

"O cavalo doméstico é o modelo animal ideal para esta investigação, porque ele tem uma organização social complexa e uma relação próxima com os seres humanos, fazendo do reconhecimento individual de seres humanos uma capacidade altamente funcional", sublinhou Lean Proops em comunicado.Contudo, os investigadores querem ainda testar essa capacidade em cavalos selvagens.
fonte: cienciahoje

Pinguim fugitivo é localizado vivo na Baía de Tóquio


Pinguim 337. (Foto: AP)TÓQUIO, 17 Mai (Reuters) - O pinguim conhecido pelo número 337 foi visto brincando nas águas da Baía de Tóquio, aparentemente saudável, dois meses depois de uma audaciosa fuga de um aquário local.

Muitos temiam pelo destino do jovem pinguim de Humboldt, mas ele apareceu num vídeo a vários quilômetros do local do desaparecimento. Em março, ele escalou um paredão rochoso de 4 metros, se esgueirou pela cerca de arame farpado e fugiu pela zona portuária da capital japonesa.
"Dá para ver que ele tem o mesmo anel na nadadeira e os mesmos traços faciais", disse Kazuhiro Sakamoto, subdiretor do Parque da Vida Marinha de Tóquio, ao ver o vídeo gravado no começo deste mês pela Guarda Costeira.
"Não parece que ele tenha emagrecido nos últimos dois meses, ou que tenha ficado sem comida. Não parece que esteja mais fraco. Então parece que ele está vivendo bem feliz no meio da Baía de Tóquio."
O animal ainda é muito jovem para que seu sexo seja identificado, por isso ele é conhecido apenas por um número.
Nos dias subsequentes à fuga, o aquário lançou uma campanha pedindo pistas para a localização do bicho, e despachou cuidadores para procurá-lo na área. Centenas de pessoas relataram ter visto o 337, até no oeste do Japão, mas Sakamoto disse que provavelmente elas confundiram biguás com pinguins. Acredita-se que apenas cerca de 30 notificações fossem autênticas.
A baía de Tóquio é um lugar muito movimentado, poluído e, nos últimos tempos, com vestígios de radiação. O pinguim provavelmente se alimenta de pequenos peixes durante o dia, e repousa à noite em terra firme.

Paul Watson será libertado sob fiança na próxima semana


(

Foto: Reprodução/SIC Notícias)
A Justiça alemã decidiu libertar sob fiança Paul Watson, o fundador da organização Sea Shepherd, aguardando o exame de um pedido de extradição para a Costa Rica.
Watson, de nacionalidade canadense, foi detido no domingo passado devido a mandado de detenção emitido pelas autoridades da Costa Rica por fatos que remontam a 2002, durante uma campanha da Sea Sheperd contra a pesca de tubarões, acusando-o de ter colocado em perigo uma tripulação  costarriquenha.
O Tribunal de Frankfurt indicou, em comunicado, que os fatos assinalados  no requerimento da Costa Rica estavam criminalizados pelo direito alemão e não tinham prescrito.
Várias diligências devem ser efetuadas pelo ministro alemão da Justiça  para chegar a uma eventual extradição do ativista ecologista, explicou o  porta-voz do ministério, Ingo Nhre.
O Tribunal ordenou a libertação de Paul Watson contra o pagamento de uma fiança de 250 mil euros. Entretanto, ele está proibido de abandonar o território alemão antes de uma eventual decisão de extradição, sublinhou o Tribunal.
Paul Watson estava em trânsito para França quando foi detido no aeroporto de Frankfurt (oeste da Alemanha) e pretendia voltar posteriormente ao território alemão para a realização de conferências, explicou Olav Jost,  um membro local da Sea Sheperd, que acompanhou o fundador da organização durante as primeiras horas de detenção.
Criada em 1977, a Sea Shepherd é uma organização não governamental  que se dedica à proteção dos oceanos, sendo conhecida internacionalmente  pelas campanhas contra a caça às baleias na Antártida.
Fonte: SIC Notícias

Estudar o peixe-zebra pode ajudar a compreender problemas psiquiátricos


artigo revela que o 'Danio rerio' adapta o seu comportamento segundo estímulos


Cientistas da Escola de Ciências Químicas e Biológicas Queen Mary, da Universidade de Londres, mostraram que o peixe-zebra (Danio rerio) pode ser usado para estudar as causas subjacentes às desordens psiquiátricas. O estudo publicado no jornal «Behavioural Brain Research» revela que o peixe-zebra pode modificar o seu comportamento em resposta a situações diversas.
A responsável pelo estudo, Caroline Brennan explica que o peixe-zebra se está a tornar um dos modelos animais mais úteis para o estudar o desenvolvimento dos mecanismos genéticos subjacentes a várias desordens de foro psiquiátrico.

Os investigadores utilizaram 15 peixes-zebra numa série de experiências que envolveram a escolha de cores. Conseguiram que o peixe aprendesse a escolher a cores que lhe dava direito a comida. Reverteram depois as cores e os animais alteraram a sua escolha para a correcta. Na segunda fase, introduziram duas novas cores e recomeçaram o processo.
Os peixes foram capazes de mudar o seu comportamento em conformidade, aprendendo de uma forma mais rápida do que na primeira fase. A este processo os psicólogos chamam “flexibilidade comportamental”. A investigação põe em causa estudos anteriores que sugeriam que os peixes não eram capazes realizar este processo, ao contrário dos mamíferos, porque não possuem córtex pré-frontal.
Problemas de flexibilidade comportamental e os défices de atenção são, em geral, sintomas-chave apresentados por pessoas que sofrem de desordens relacionadas com o controlo dos impulsos (como comportamentos aditivos), défice de atenção e hiperactividade e algumas desordens de personalidade”, explica Brennan.
Os resultados sugerem que o peixe-zebra pode desempenhar um papel como modelo comparativo para o estudo das causas e realização de prognósticos de algumas desordens. O peixe-zebra é muitas vezes utilizado por neurocientistas para a investigação de mecanismos de controlo comportamental e na procura de novos componentes para o tratamento de doenças como a adição, o défice de atenção ou o autismo.
fonte: cienciahoje

Estudo revela que cavalos são capazes de reconhecer a voz de seus donos Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/23747-estudo-revela-que-cavalos-sao-capazes-de-reconhecer-a-voz-de-seus-donos.





Cientistas descobrem que os animais conseguem identificar as pessoas que fazem parte de seu dia a dia.

(Fonte da imagem: Shutterstock)
Um novo estudo, realizado pela Universidade de Sussex, na Inglaterra, revelou que os cavalos não só são capazes de reconhecer as vozes de seus donos, criando uma imagem mental de pessoas familiares, como também conseguem diferenciar as vozes de diferentes pessoas.
Estudos anteriores já haviam demonstrado que os cavalos reconhecem os demais membros do grupo através dos sons que estes emitem. A nova pesquisa comprova que os animais empregam essa mesma habilidade quando se trata de um humano conhecido.

Experimentos

De acordo com o The Telegraph, um primeiro experimento, realizado com 32 cavalos, reproduzia a voz do dono do animal através de um alto-falante escondido. Os pesquisadores observaram que os animais olharam na direção de onde vinha o som mais rapidamente, com mais frequência e por mais tempo do que quando se tratava da voz de um estranho.
Em um segundo experimento, envolvendo 40 animais, os pesquisadores descobriram que os cavalos foram capazes de associar uma determinada voz a uma pessoa específica, provando que eles contam com a habilidade de relacionar a imagem de uma pessoa ao som de sua voz. Os cientistas acreditam que os cavalos podem ter desenvolvido essa habilidade como forma de ajudá-los a decidir em quem eles podem ou não confiar.
Fonte: The Telegraph



Festival 'Pra Cachorro' oferece atividades para donos e cães em SP


Evento vai até 3 de junho na República, Centro de SP.
Também há animais disponíveis para adoção.

Acontece até o dia 3 de junho na República, na região central de São Paulo, a terceira edição do "Pra Cachorro", um festival de atrações para cães e seus donos. Além das atividades, quem está procurando um bicho de estimação também pode ir ao evento – há cachorros e gatos para a adoção.
Entre as atrações estão uma exposição de fotos de animais “É um projeto multimídia focado nessa união homem-cachorro. São cerca de 25 fotos retratando os cachorros de diversas formas”, contou Nina Lisemberg, coordenadora do "Pra Cachorro". A mostra tem cães flagrados debaixo d’água, outros mais sossegados e até no cinema.
No espaço, os animais ficam à vontade. Uma das principais atrações do evento é um circuito de agility, com obstáculos e brinquedos que servem para a prática de atividade física e diversão.
A interação é fundamental para tirar o cão da rotina dos passeios usuais. “Cãozinho gordo, magro, deficiente, alto, baixo, todos devem vir conhecer o agitily, interagir com outros cães, dar uma olhada nas possibilidades além do passeio no shopping”, afirmou Renato Bacci, gestor de proteção animal.
O festival acontece na sede da Matilha Cultural, um centro de exposições sem fins lucrativos que fica na Rua Rego de Freitas, 542. A entrada é gratuita.
fonte:g1.globo

Nos Estados Unidos, quem leva o cão para o trabalho sofre menos de estresse

Cientistas comprovaram que o animal ajuda na saúde psicológica dos funcionários

Em algumas cidades dos Estados Unidos é permitido levar cães de estimação para o trabalho.
Tanto que uma pesquisa da Universidade Virginia Commonwealth, nos EUA, garante que quem tem a companhia os animais no serviço sofre menos de estresse. A pesquisa foi realizada em uma empresa na cidade de Greensboro, na Carolina do Norte.
De 20 a 30 cachorros convivem nas instalações da firma diariamente acompanhando seus donos. Os cientistas analisaram os funcionários que levavam seus cachorros e os que não tinham animais de estimação.
Além de responderem a um questionário, os empregados também tiveram sua saliva analisada. No final do dia constatou-se que os que haviam levado seus cães tinham sofrido muito menos de estresse do que aqueles que não tinham animais de estimação. Outro teste descobriu que no dia que os donos não levavam seus animais, o estresse era maior.
Os cientistas chegaram a conclusão que o animal pode contribuir para o desempenho e a satisfação dos empregados, bem como contribuir também para a sua saúde psicológica.

Medidas simples ajudam o produtor a enfrentar a seca no sertão da BA


Criador usa silagem de milho para alimentar o gado.
Vacas produzem uma média de 16 litros de leite por dia. 
Fonte: Globo Rural
Os agricultores de Irecê, no sertão daBahia, enfrentam de maneira diferente o longo período de estiagem na região. Há produtores que deixaram de entregar leite por causa das péssimas condições do rebanho, mas outros criadores adotaram medidas simples para conseguir manter a produção dos animais.
A região de Irecê, na Bahia, sofre com os efeitos da estiagem. Em Presidente Dutra, os animais morrem de fraqueza e vacadas não produzem nada. O produtor José Neiva enfrenta dificuldades para manter o rebanho com 20 animais. Sem chuva para refazer a pastagem, o único alimento dos animais é o capim seco.
Já os dez animais da propriedade do criador João Machado, que tem um rebanho de vacas leiteiras, estão em boas condições. “A gente prepara a silagem para os períodos de seca e eu planto a palma. Hoje, uso palma e silagem”, explica.
O criador tem 15 toneladas de silagem de milho reservadas. A quantidade é suficiente para alimentar o gado o ano todo e fazer com que cada uma das vacas continue produzindo uma média de 16 litros de leite por dia. Mas, por enquanto, o produtor tem garantido a alimentação dos animais com a palma. O alimento é preparado na propriedade com a trituração do sorgo e do capim seco. “Tem três anos que comecei a cultivar a palma. Dou duas vezes por dia. A gente complementa a palma com capim e sorgo, mas 70% é palma”, completa Machado.
Quando há falha no abastecimento de água encanada, o criador utiliza os 12 mil litros de água da chuva armazenados para o trato dos animais.
As técnicas de convivência com a seca existem há décadas e estão sendo continuamente aperfeiçoadas, mas a maioria dos agricultores do sertão ainda não tem acesso a elas.
fonte:expressomt

Animais do Zoo de Curitiba recebem cuidados especiais no frio




Cuidados vão de dietas calóricas até pedras aquecidas

Refeições mais calóricas e acesso a ambientes fechados e aquecidos são alguns dos cuidados especiais que os animais do Zoológico de Curitiba e do Passeio Público recebem nos dias mais frios do ano.

“Na dieta das aves e dos primatas, acrescentamos alimentos mais gordurosos e calóricos, como castanha, coco e mel”, explica a bióloga Maria Lúcia Faria Gomes, gerente técnica do departamento de Pesquisa e Conservação de Fauna da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, onde atua há 24 anos.

Para reforçar a dieta, três vezes por semana nos dias de inverno, os primatas costumam receber papinhas que incluem banana e pão amassados, além de mel e leite. Além de aumentar a temperatura corporal, elas ajudam a reforçar a imunidade dos bichinhos.

Outro alimento que complementa a dieta de inverno de alguns animais, como os sagüis e os lagartos, são as larvas de tenelório. “Elas são muito gordurosas, por isso são ideais para o cardápio dos dias frios”, diz Maria Lúcia.

As aves têm acesso ao recinto indoor, onde podem se proteger do vento, frio e chuva. São pequenos locais fechados, conjugados às gaiolas. “Antes desses espaços apropriados serem construídos, em 2009, no inverno cobríamos as jaulas com lonas, o que dava muito trabalho e tinha um resultado ruim”, informa.

Os primatas também têm direito de acesso a ambientes indoor, onde há aquecimento e comida. “O chimpanzé do zoológico ainda ganha um cobertor para se proteger do frio”, conta a bióloga.

No ambulatório dos animais, o ambiente é totalmente aquecido. Para o local são levados, além dos que precisam de cuidados médicos, os mais sensíveis aos dias frios, como pequenos jabutis e saguis. “Quando a temperatura atinge os 15 graus ou menos, já passamos a ter cuidados especiais com os animais mais vulneráveis”, diz Maria Lúcia.

Ela explica que no inverno os problemas respiratórios são mais comuns. Por isso, muitas vezes, os animais precisam utilizar o nebulizador, em sessões diárias de inalação. “Em casos mais raros, alguns chegam ao ambulatório com hipotermia”, conta a bióloga.

Mesmo os animais mais temidos recebem mimos especiais durante o inverno. No terrário, onde habitam dezenas de cobras, um aquecedor é ligado durante a noite.

Durante todo o dia, pedras aquecidas e lâmpadas infravermelhas garantem aos répteis uma temperatura constante que oscila entre 22 e 24 graus.
fonte: jornale

Marrocos: empresa respeita "direitos trabalhistas" de burros


Quem iria dizer que o sofrido burro marroquino um dia teria direitos trabalhistas, horário de trabalho, pausas para almoçar, períodos de formação, acesso a clínicas de urgências e cuidados de barbearia e dentista? Um dos animais mais maltratados no Marrocos, o burro é alvo de piadas, brincadeiras maldosas, ataques e símbolo da estupidez. Até mesmo quando se pronuncia seu nome ("hmar") as pessoas baixam a voz e dizem "com perdão da palavra".
No entanto, apesar desses aspectos, um empresário da coleta de lixo, Aziz Badraui, pensou em dignificar o animal e montou uma equipe de "burros operários" para recolher o lixo na medina de Fez. A cidade antiga de Fez, a maior zona pedestre do mundo, é composta por um labirinto de ruas que sobem e descem, mudam de direção, viram becos sem saída e tem poucos acessos e saídas.
Diante disso, os turistas necessitam de guias para não se perderem no local. Com exceção de algumas ruas mais largas, todas as vias da medina são estreitas e não admitem tráfego, somente de motos e bicicletas. Os asnos sempre foram o único meio de carga e descarga nesta cidade de 350 hectares onde passam 128 mil pelas ruas, o sol é visto em poucos momentos e os moradores conseguem tocar as paredes das outras casas a partir de suas janelas.
Dessa forma, a Prefeitura de Fez impõe às empresas de lixo o uso dos asnos, condição que desanimou uma empresa espanhola a concorrer na oferta. Até agora as empresas concessionárias de limpeza que operavam na medina simplesmente contratavam um grupo de transportadores para retirar lixos.
Badraui, que se orgulha de ter nascido no campo e conhecer as necessidades de um asno, decidiu fazer as coisas de outro modo. A sua empresa Ozone aumentou o número de burros de 50 para 92, construiu um estábulo e só então contratou os transportadores. O empresário ainda colocou os burros em um período de treinamento de uma semana: nos primeiros dias o burro novato vai atado à garupa de um companheiro veterano e se limita a seguir seu percurso e aprender.
Depois, colocam a cela, mas sem carga, e por último as celas com os resíduos, sempre com o burro amarrado, até que sete dias depois já tenha memorizada a rota e aprendido a não cair. Bom conhecedor do animal, Badraui sabe das preferências alimentícias dos burros: Os restos dos vegetais do mercado central (folhas de verduras, pepinos e cenouras) são o melhor lanche, de forma que os burros são "mimados" com o próprio lixo que transportam.
Um burro de Ozone trabalha dois dias e descansa no estábulo no terceiro, além de sempre sair nas mesmas horas e com o mesmo transportador, porque segundo o empresário a relação pessoal é fundamental entre o animal e o guia. Um veterinário faz periodicamente um tratamento médico e dental; e quando sofrem algum acidente são levados a uma clínica especializada em burros e mulas.
Segundo Badraui, o burro não só é mais barato: custa 1 mil dirhams (US$ 130) a unidade, e tem uma vida laboral útil de oito anos. Além disso, é mais "amigável" com o entorno: não gasta gasolina nem expele fumaça e quando penetra nas horas da madrugada pela medina realiza seu trabalho com total discrição e sem o barulho dos veículos de limpeza.
O aspecto mais grave em relação aos burros é que zurram às 5h da manhã, fazendo lembrar o trecho do Corão que diz que no mundo "não há som mais desagradável que o zurro de um asno". Há cerca de um milhão de burros ativos no Marrocos; a maioria trabalha de sol a sol nas tarefas agrícolas e não conhecem os privilégios de ser um animal operário de limpeza urbana.

Animais são abandonados em São Paulo


Faltam leis no Brasil que cuidem dos animais domésticos – assim como existem para os silvestres

Todos os dias cães e gatos são abandonados em ruas e avenidas da cidade. Muitos são deixados pelos próprios donos e, sem saber como se cuidar, acabam sendo atropelados ou vítimas de maus tratos.

A publicitária e ouvinte da rádio Sulamérica Trânsito, Paula Rocco, de 26 anos, tem duas cadelas, uma foi resgatada no meio do trânsito. “Eu estava saindo do trabalho e vi uma cachorrinha perdida no entre dois carros, assustada e machucada. Eu a peguei e levei ao veterinário. Hoje ela esta ótima”, conta.


Faltam leis no Brasil que cuidem dos animais domésticos – assim como existem para os silvestres.Mônica Gomes trabalha na ONG Clube dos Vira Latas, que trata mais de 500 cães e gatos que antes estavam na rua.

Ela explica que a principal causa é a falta de consciência das pessoas. “Existe quem compre o filhote, e como ele dá despesa, ou cresce demais quando fica adulto, se torna um incômodo. Então, simplesmente colocam os animais na rua”, conta.

Entretanto, o que se deve fazer ao encontrar um animal abandonado? Segundo Mônica, o correto é socorrer o animal e encaminhá-lo a uma clínica ou procurar a Zoonose.

Porém, a Prefeitura de São Paulo discorda e afirma que o Centro de Controle de Zoonose funciona para tratar de doenças e esterilização dos animais.

Em 2011 mais de 100 mil cães e gatos foram castrados por meio do Programa Permanente de Controle Reprodutivo. Mesmo assim, o Centro de Controle de Zoonose também mantém um abrigo com cerca de 500 cães e gatos disponíveis para adoção, assim como inúmeras ONGs espalhadas pela cidade e região metropolitana.
 fonte:band

Projeto de lei determina a vacinação de 300 mil cães contra leishmaniose


Cão é vacinado contra a raiva; calendário incluiria a leishmaniose (Foto: Gustavo Andrade)
Caberá ao prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, sancionar ou não o projeto de lei que determina a vacinação em massa contra leishmaniose, da população canina estimada de 300 mil animais na cidade, incluindo os abandonados. Se aprovada, a medida representará um impacto de R$ 140,4 milhões aos cofres do município só no primeiro ano da campanha, considerando as três doses necessárias para a imunização – aplicadas num intervalo de 21 dias.
O projeto de lei, do vereador Sérgio Fernando Pinho Tavares (PV), tem o objetivo de evitar a propagação da doença entre humanos e reduzir o extermínio de animais doentes. No ano passado, a Prefeitura de Belo Horizonte registrou 93 casos de leishmaniose visceral em seres humanos. Treze pessoas morreram. Neste ano, até abril, foram quatro casos, com um óbito.
No segundo ano da campanha, o impacto da medida nos cofres municipais baixaria para R$ 46,8 milhões, pois a dose seria única. O valor de cada dose sai, em média, por R$ 156, valor superior à vacina contra catapora (R$ 130), que está fora do calendário nacional de imunização infantil. Além do alto custo da vacinação, pesa contra o projeto a falta de consenso sobre a eficácia da imunização contra a leishmaniose.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) se posicionou contra a iniciativa do vereador, o que já indicaria qual deverá ser a decisão de Lacerda. “Antes mesmo da questão do preço, hoje, não há na literatura científica que comprove a eficiência da vacinação em massa de cães como medida de saúde pública no controle da doença entre humanos”, afirmou o secretário-adjunto Fabiano Pimenta. Segundo ele, Belo Horizonte tem o mesmo entendimento do Ministério da Saúde. O órgão federal foi procurado, mas a assessoria não indicou uma fonte para falar sobre o assunto.
De acordo com o vereador Sérgio Fernando, a leishmaniose deve ser considerada um problema de saúde pública. O projeto de lei foi aprovado em segundo turno na Câmara e depende da redação final para ser encaminhado ao prefeito. “Já há aprovação orçamentária prevista nas rúbricas da saúde e de medidas sanitária. Caso seja necessária, elas podem ser suplementadas por outras verbas”.
De acordo com o vereador, uma alternativa à imunização em massa, proposta no projeto, é a distribuição de coleiras que têm em sua composição a substância deltametrina, que serve como repelente aos mosquitos transmissores.
Defensor do projeto, o veterinário e professor da PUC Minas, Vitor Márcio Ribeiro, afirma que as coleiras, que custam R$ 60, poderiam ser compradas mais baratas pelo poder público. Ribeiro entende que o controle da doença nos cães fará com que ela também seja controlada entre humanos.
Membro da Organização Não Governamental (ONG) Animais Urbanos, Eulàlia Jordá-Poblet defende a vacinação. “O custo humano e do animal é mais elevado que qualquer vacina”.
Pesquisa de controle em Igarapé
O veterinário e professor da Puc Minas Vitor Márcio Ribeiro informou que a população de baixa renda é a mais afetada pela leishmaniose. Com a intenção de descobrir formas eficazes de controle da doença, uma ação de controle está sendo realizado, há dois meses, em Igarapé, na região metropolitana de Belo Horizonte.
Mais que a vacinação de cães, o projeto de extensão, realizado em conjunto com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), visa a orientar a população.
“O trabalho tem que ser com ações de saúde, como vacinação e o controle da população de cães, mas também de educação das pessoas para dar bons resultados nos próximos meses”, ressaltou o especialista.

Fonte: O Tempo

Touro tenta reagir à agressão durante tourada, mas é morto pelo toureiro

Espanha


Touro reage com o corpo todo perfurado, mas acaba sendo morto (Foto: Daniel Ochoa de Olza / AP Photo)
O toureiro francês Sebastián Castella foi ferido durante a tourada de San Isidro, na Praça de Touros de Madrid, nesta quinta-feira (17), na Espanha.
O animal, reagindo às agressões do toureiro, chifrou a coxa direita do francês, o derrubou e tentou acertá-lo outras vezes – numa tentativa desesperada de escapar da tortura e do sofrimento provocados por essa prática cruel.
No entanto, o animal, como sempre, não teve chance: embora ferido e sangrando, Castella matou o touro mais tarde.
fonte:G1
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Comentário
Que pena! Vidas destruídas por ignorantes distrações. Como dizem: "tourada é um balé entre o animal e o homem" - sem palavras. (Alber)

Justiça autoriza cão em condomínio, após tentativa de proibição, no DF


Quando perdeu a irmã, em julho de 2010, a servidora aposentada Elizabeth Rodrigues, 50, herdou um presente que a ajudou a superar a dor, a poodle Kika, hoje com quatro anos. Dócil, a cadela se tornou companheira para todas as horas da aposentada, mas, indiretamente, ‘causou’ um problema com o condomínio onde ela vivia com o marido no Sudoeste.
A convenção coletiva do condomínio em questão proíbe animais de qualquer porte nas dependências comuns e nos apartamentos do edifício, na quadra 301, no DF. A desobediência custou cerca de R$ 2 mil em multas e uma mudança não desejada.
“Falei com a síndica na época, mas ela foi intransigente. E, além de termos nos apegado muito, eu não tinha outro lugar para deixá-la. Por isso resolvi contratar um advogado e brigar”, conta. O condomínio entrou na Justiça primeiro e conseguiu uma vitória em primeira instância. Sem opção, o casal resolveu se mudar para outro prédio, na mesma quadra.
“Tivemos que sair praticamente corridos do apartamento – depois de pagar as multas com juros e correção”, relata o servidor federal Leopoldo Costa, 60. Decisão da 6ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do DF divulgada ontem, porém, autorizou o casal a manter o animal no apartamento até o fim do processo.
Entre as justificativas apresentadas, está o fato de a cadela “representar importante suporte psicológico” à sua tutora. Para os juízes, a permanência de animais de pequeno porte deve ser tolerada em apartamentos, “sob pena de violação ao direito de propriedade e de privacidade de cada morador”.
Expectativa
A decisão judicial deu esperanças a outros moradores de condomínios que lutam para ter animais domésticos em casa. É o caso de Tânia Maria, vizinha de Elizabeth no prédio que proíbe animais.
“Um morador que tinha quatro cachorros que realmente eram barulhentos motivou essa regra, mas há casos diferentes. Nosso Duppy não faz nada de barulho, não atrapalha ninguém”, disse, enquanto fazia carinho no shih-tzu de quatro anos.
Ela procurou o animal para fazer companhia ao filho Vinícius, 10. “Foi por uma questão de socialização mesmo. E nos apegamos muito a ele”, conta. Ela está em uma batalha judicial para manter o cão. “Espero que essa decisão nos ajude também.”
fonte: Band

Dupla dá bebida a cão e animal quase fica em coma alcoólico

Curitiba

'Wisky' na casa dos novos tutores (Foto: Reprodução/Bonde News)
Dois policiais militares do 13º Batalhão, que patrulhavam as ruas do bairro Novo Mundo, em Curitiba (PR), se depararam com uma cena de crueldade noite de quarta-feira (17). Numa das praças do bairro, dois homens estavam com uma garrafa de bebida alcoólica, sabor morango, e embebedavam um pequeno cãozinho.
Indignados com a atitude da dupla, os PMs pararam a viatura 8232 e foram na direção deles. Vendo que seriam presos, os dois fugiram, e os policiais preferiram socorrer o animal. Ele foi levado a uma clínica veterinária e foi diagnosticado com princípio de coma alcoólico. Os dois policiais pagaram do próprio bolso três doses de glicose, que foram aplicadas no cão, fazendo com que se restabelecesse aos poucos.
O fotógrafo João Carlos Frigério, do Plantão 190, colocou imagens do animal em seu mural no Facebook e no mesmo dia conseguiu encontrar uma pessoa que quisesse adotar o cão. Karina Ancioto respondeu, em forma de comentário na foto, que estava interessada e recebeu o animal em casa.
Segundo Frigério, Karina ficou muito feliz com o animal e vai levá-lo para a fazenda do pai, onde terá mais espaço. Ela escolheu o nome de Wisky para dar ao cãozinho.
Fonte: Bonde News

Senador Paim pede libertação do ativista Paul Watson, da ONG Sea Shepherd




O senador Paulo Paim (PT-RS) fez apelo ao Ministério da Justiça da Alemanha pela libertação do capitão canadense Paul Watson, líder da ONG Sea Shepherd (Pastores do Mar). Em pronunciamento nesta sexta-feira (18), o parlamentar informou queWatson foi preso no último dia 14, em Frankfurt (Alemanha), a pedido da Costa Rica, feito em outubro de 2011.
O mandado de prisão, segundo documento enviado por entidades ambientalistas brasileiras, e lido pelo senador, refere-se a processo arquivado em que Watson foi acusado de jogar sua embarcação contra um navio pesqueiro em águas costa-riquenhas. O documento acrescenta, contudo, que a operação foi autorizada pela Guatemala e realizada em águas daquele país para impedir crime ambiental.
A Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), em nota, destacou Paim, afirma ser “abusiva e ilegal” a prisão de Watson. O ativista é cofundador do grupo internacional Greenpeace e um dos responsáveis diretos pela preservação de espécies marinhas, muitas delas em perigo de extinção.
Entidades de defesa animal do mundo inteiro, observou Paim, desconfiam dessa prisão, pois o processo foi reaberto logo depois que o Instituto de Pesquisa de Cetáceos iniciou nos Estados Unidos processo contra a Sociedade Pastores do Mar. Segundo o documento, a Costa Rica pode estar sofrendo pressão e servindo de instrumento para defender interesses de outros países.
O texto observa que Japão, Noruega, Rússia, Coreia do Sul e China – países com forte indústria pesqueira e acusados de praticarem pesca e caça a baleias e golfinhos – comemoram a prisão de Paul Watson.
O Capitão Watson está sendo assistido pelo vice-presidente do Parlamento Europeu , Daniel Cohn Bendit, e pelo deputado do Parlamento Europeu, José Bové. Foto: divulgação
- O fato de a Costa Rica pedir a prisão do Capitão Watson é, no mínimo, estranho, senão suspeito de armação para aprisionar a pessoa que planeja as ações que provocam os maiores prejuízos econômicos às empresas que obtém seus lucros praticando crimes contra a fauna marinha ao redor do mundo – ressaltou Paim.
Na avaliação do senador, o Brasil não pode se omitir diante deste fato, uma vez que o litoral brasileiro é um dos mais atingidos.
- As águas brasileiras despertam o interesse da indústria pesqueira mundial. Porém, tudo contra a destruição da biodiversidade marinha. Repito: não podemos calar, pois estas verdadeiras máfias já estão atuando em águas brasileiras, principalmente nas regiões Norte e Nordeste do Brasil – disse Paim ao relatar que se tornaram frequentes apreensões nessas localidades de barbatanas de tubarão que seriam contrabandeadas para a Ásia.
Com informações do Cenário MT

Conselho de veterinária cria novas regras para a eutanásia de animais


O Diário Oficial da União publicou nesta quinta-feira (17) resolução do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) que regulamenta a eutanásia de animais. O texto é uma revisão de normas que já existiam e traz uma atualização em relação aos métodos usados para fazer a eutanásia.
“Hoje, houve uma evolução muito grande do ponto de vista da farmacologia em relação aos analgésicos”, explicou Alberto Neves Costa, presidente da comissão de ética, bioética e bem-estar animal do CFMV.
A eutanásia é definida no texto como a morte do animal “por meio de método tecnicamente aceitável e cientificamente comprovado”, observando os princípios éticos.
“O objetivo da eutanásia é reduzir o máximo possível o sofrimento animal”, justificou Neves Costa.
A resolução descreve como o veterinário deve proceder para matar diferentes tipos de animais, sejam eles silvestres, domesticados ou cobaias de laboratório. Em quase todos os casos, a orientação é que o profissional aplique a anestesia geral antes de matar o animal.
Por exemplo, um equino que necessite ser morto após diagnóstico de um profissional da área, precisa receber um sedativo, de preferência injetável. O veterinário tem que verificar se há ausência do reflexo corneal para, em seguida, aplicar uma dose intravenosa de cloreto de potássio. Outros métodos de eutanásia são aceitos sob restrição, como a utilização de arma de fogo.
As normas reforçam ainda a importância do médico veterinário para avaliar se a eutanásia é mesmo necessária e conduzir o processo dentro do regulamento.
Segundo a lei, a prática só é permitida se o animal estiver comprometido de forma irreversível, se os custos do tratamento forem incompatíveis com a atividade econômica a que ele se destina, se ele fizer parte de alguma atividade científica previamente aprovada ou se representar algum risco ou à saúde pública ou ao meio ambiente.
Fonte: G1