sábado, 24 de dezembro de 2011

África sofre!

Durante meses, o Corno de África está a sofrer uma seca terrível, o pior em 60 anos.Até hoje continuam a morrer de fome e sede de milhares de pessoas eo oriental é apenas uma das mais problemáticas em África. 
todo o continente é constantemente assolado por guerras , fomes , doenças e pobreza extrema . 
Os filhos são uma parte da população que mais sofrem, para sempre.


A Associação Internacional de Aldeias de Crianças SOS está ativa na África há mais de 40 anos para ajudar a população local.Distribuição de alimentos, água, cuidados de saúde e programas ativos a receber a longo prazo. Graças ao patrocínio cuida de crianças desacompanhadas na África . No Aldeias de Crianças SOS em África as crianças órfãs ou abandonadas são acolhidos e protegidos, são o calor do lar e do carinho de uma família. Eles agora podem comer, beber, ir para a escola e receber todos os cuidados médicos necessários


Preencha o formulário e adote uma criança:


.http://www.sositalia.it/landing/africa/?jwppid=4w-ppn

Uma fotógrafa grega apaixonada pelos gatos



Una fotografa con la passione dei gatti. Non solo perchè li immortala nei suoi scatti, ma, soprattutto, perché è una "gattara volante": Marilaide Ghigliano, 67 anni, da diciassette anni è impegnata a salvare i gatti dell'isola greca di Lendas. Così ogni settembre, dal 1994, parte in volo da Torino per raggiungere i suoi amici felini portando loro cibo e amore.


Foto: Reprodução/La Stampa
Marilaide Ghigliano, de 67 anos, professora aposentada de italiano e fotógrafa, viaja mais de 2 mil km todos os anos, desde 1994, para rever, a cada mês de setembro, uma pequena colônia de gatos em Lendas, na ilha de Creta, Grécia.
De acordo com informações do jornal italiano La Stampa, é neste lugar, onde seis famílias vivem de frente para o mar Líbico, que Marilaide passa um mês inteiro cuidando desta colônia de gatos: alimenta, dá carinho, brinca e fotografa.
Quem deu início a esta vida de bilhetes aéreos e quilos de alimento na mala foi Arianna, uma gata com manchas brancas e pretas, recorda Marilaide. “Estava de férias em Lendas com uma amiga quando encontrei Arianna e seus filhotes. Foi paixão à primeira vista”, diz. Ela começou a fotografá-la, depois outros gatos e, após 17 anos, não parou mais de voltar ao local.
Antes da chegada de Marilaide, os gatos de Lendas conheciam apenas o sabor dos restos. “São todos gatos selvagens, ninguém jamais havia dado uma tigela de leite”, conta. Marilaide não desistiu e conseguiu até mudar alguns hábitos da tradição cretense. “Depois de 10 anos, o comércio local começou a colocar nas prateleiras comida para gatos. E os turistas, principalmente os alemães, me viam alimentar a colônia e começaram a me imitar”, explica.
A cada retorno ela encontra gatos recém-nascidos. Outros não encontra mais. A questão é que se o número de gatos se eleva muito, as pessoas os matam. “Em 2002, todos foram envenenados. Foi horrível chegar aqui cheia de entusiasmo e não achá-los.” A solução é a castração. “Para controlar a colônia, é preciso que eles sejam esterilizados, ação que deveria ser responsabilidade das instituições públicas”, completa.
Foto: Reprodução/La Stampa
Para Marilaide, Lendas é um lugar especial. Ela tem fortes laços com as famílias locais que a hospedam todos os anos. Além disso, ela se diverte em dar nomes a cada componente da colônia de felinos: tem o Miaoulis, o Vitellozzo, a Giangisbea e o Parakoulis, que uma vez roubou 200 gramas de carne moída. “Os gatos de Lendas são altos, têm as patas longas e são muito desconfiados. Precisei de 10 anos até que um deles pulasse no meu colo. A confiança deve ser conquistada.”
Foto: Reprodução/La Stampa
Na casa de Marilaide, em Turim, na Itália, era esperado que existissem ao menos alguns gatos miando e ronronando na sala de estar. Mas, depois da morte de Paquita, quatro anos atrás, ela não teve mais nenhum.
Mas se ela for chamada de gateira, ela fica um pouco perplexa. “Seria uma boa gateira se eu me ocupasse também dos gatos de Turim, mas para mim é muita responsabilidade.”

Partido pelos Animais de Portugal quer abolir animais nos espetáculos de circo


O deputado do Partido Pelos Animais e Pela Natureza (PAN), Rui Almeida, defendeu hoje que Portugal deve seguir o exemplo de outros países e abolir a utilização de animais nos espetáculos de circo.
“O PAN não está contra o circo, mas contra a utilização dos animais em circo porque o espetáculo para prazer e diversão não deve ser conseguido à custa de seres vivos como os cavalos, leões e crocodilos”, disse Rui Almeida numa conferência de imprensa no Funchal.
Falando sobre os espetáculos circenses que apenas acontecem na Madeira na quadra de Natal e Fim-de-Ano, o deputado sustentou que existem países como a Áustria, a Costa Rica, Suécia, Suíça e Alemanha, entre outros que “aboliram a utilização de animais nos circos e Portugal deve ir nesse sentido e reconhecer que esses não são espetáculos condignos”.
Rui Almeida salientou que os animais utilizados nos circos “são mantidos em condições que estão longe de serem ideais, seres vivos de grande porte em espaços exíguos que revelam comportamentos que indicam perturbações”.
O deputado alerta os espetadores para a influência que esta situação tem nas crianças, “que ao assistirem acabam por não ter uma noção do verdadeiro comportamento dos animais e ficam com uma noção de atitudes erradas”.
“Queremos que acabem que seja abolida a utilização dos animais nos espetáculos”, sublinhou Rui Almeida, antes de desenvolver com outros elementos do PAN vários contatos com pessoas numa das ruas do Funchal para “conversar” e “sensibilizar” para esta situação.

Gatos e cães adotados ganham ceia de Natal especial 24 de dezembro de 2011


Após a ceia, Maria agradece Aliete com um carinho no nariz (Foto: Inaê Teles/G1)
Chanel foi arremessada da janela de uma carro em movimento em uma rua de João Pessoa. Já Frederico Augusto seria sacrificado porque nasceu com uma deformidade em uma das patas traseiras que o impossibilitava de participar de competições. A gata vira-lata e o cachorro da raça Schnauzer foram adotados por Aliete Chaves que hoje cuida de mais 37 animais e para o Natal preparou uma ceia especial com direito até a panetone para cachorro e gato.
A decoração natalina do apartamento de Aliete divide espaço com os artigos que têm como tema nada mais que gato. No quarto dos bichanos é possível encontrar dezenas de peças atrísticas no formato de gatos. “Depois da minha filha, eles são os amores da minha vida”, disse Aliete sobre sua paixão por animais.
Em um apartamento no bairro de Manaíra, área nobre de João Pessoa, Aliete vive com os gatos Chanel, Mel, Bombom, Scarlet e Príncipe e ainda os cães Frederico e Maria. Os outros 32 gatos vivem em outra casa.
Na mesa preparada para ceia felina e canina era possível encontrar panetone, bolo e biscoito de chocolate exclusivo para eles. Além de prato, copo e até guardanapo decorados com imagens de gatos e cães.
Gatos comem na mesa sem fazer cerimônia (Foto: Inaê Teles/G1)
Antes mesmo da ceia começar, Bombom pulou na mesa e começou a comer. Aliete e filha Marianna tiveram que sair pela casa para encontrar os outros animais para juntos participarem da comemoração. Ainda na festa estava a convidada Lola, uma Schnauzer simpática que ficou só no panetone.
Mesa prepara para os cães e gatos Foto: Inaê Teles/G1)
Além das doações de amor e carinho para os amigos de quatro patas, Aliete também realiza outras contribuições. “Eu ajudo uma creche e um asilo. Mas prefiro não dizer os nomes deles”, disse.
Paixão por animais
Cerca de 500 animais já passaram pela vida de Aliete, entre eles porcos e macacos que eram criados por sua mãe em uma casa no Rio de Janeiro. “Não me vejo comprando um cachorro ou gato da moda. Todos os meus animais foram fruto de doação”, explicou Aliete que adquiriu o amor pelos animais por conta da avó e da própria mãe.
A filha Marianna Chaves, que hoje é advogada, também herdou o mesmo amor por animais. “Eu aprendi a andar me segurando em cachorros maiores que eu. Quando eles me arranhavam ou mordiam minha avó passava um remédio e dizia que era para eu voltar e continuar brincando até o cachorro se acostumar comigo”, lembrou Marianna que hoje vive em Lisboa com mais dois gatos que também foram adotados.
A presença dos bichos marcou o crescimento de filhos e netos nesta família (Foto: Inaê Teles/G1)
O primeiro animal que Marianna resgatou para criar foi Pedro Augusto, um cachorro que ela viu na rua quando tinha apenas 8 anos.
Sobre as cenas de maus-tratos aos animais que foram noticiadas recentemente, como a história do cão Lino que foi arrastado por cerca de 700m em uma rua asfaltada, Aliete Chaves lembrou que os animais precisam de cuidado. “O bicho vive cerca de 20 anos na família. Ele custa tempo e dinheiro. Quando a pessoa resolve adotar um animal é preciso ter noção disso. E é mais fácil uma pessoa com menos condições sociais ter ao seu lado um cão por 20 anos do que uma madame. Porque quando o gato arranha o tapete ela vai lá e acha mais fácil jogar o gato pela janela do carro”, lamentou Aliete

LIBERTAÇÃO ANIMAL: notícia sempre presente: 520 cães salvados da chacina perto de Beijing

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Regional ANIMAIS NA ESTRADA Fiscais vistoriam fazenda de jumentos


Santa Quitéria. Em uma inspeção de servidores da Assembleia Legislativa, na última sexta-feira, à Fazenda Paula Pessoa, em Santa Quitéria, onde são tratados animais recolhidos das rodovias estaduais cearenses, os profissionais que participaram da visita constataram que o Departamento Estadual de Trânsito do Ceará (Detran-CE), responsável pela fazenda, acolhe de modo adequado os animais, não sendo constatada qualquer prática de maus-tratos.

A inspeção foi motivada por denúncias de representantes da União Internacional Protetora dos Animais (Uipa). Participaram da ação o biólogo Ricardo Matos e o engenheiro de pesca Paulo Wilson, que dão assessoria à Comissão de Meio Ambiente da Assembleia.

Conforme a assessoria de comunicação do Detran, 8 mil animais - 90% deles jumentos - são tratados na fazenda, que conta com 30 mil quilos de ração por dia, água de açude para os animais, energia para fazer mover a moageira no trato do capim e equipe de veterinários. Além dos jumentos, boi, vacas, cabras, cavalos e éguas são vermifugados e vacinados.

Para recolher e cuidar dos animais, complementa a assessoria de comunicação, o Detran investe mensalmente R$ 371 mil - ou R$ 4,4 milhões por ano -, com a contratação, por licitação, de três empresas: uma para recolher os animais.

Com o trabalho de uma das empresas, 39 profissionais se dividem em 13 equipes, com igual número de caminhões. Atuam nas 11 regionais do Detran no Estado. Das duas empresas restantes, uma é de veterinária e outra tem como meta adquirir medicamentos e ração.

O Órgão recolheu, nos últimos dois anos, uma média de R$ 150 mil anual, das taxas de multas e diárias dos proprietários dos animais. Muitos dos donos, afirma o Detran, tentam conseguir ajuda para a dispensa do pagamento das taxas, mas todos são tratados igualmente, conforme determina lei estadual aprovada pela Assembleia Legislativa. O órgão ressalta que nenhuma multa é dispensada. Mensalmente, bovinos e caprinos são doados para entidades filantrópicas, como a Cabra Nossa, mantida por uma instituição religiosa que dá assistência à população carente da Zona Norte. Todo processo de doação é publicado no Diário Oficial do Estado.

Resultado
Para o gerente das Regionais do Detran, João Carlos Macedo, o trabalho constante do Órgão está dando resultado positivo, uma vez que há uma diminuição do número de animais recolhidos. Antes, a média era de 1.700 animais recolhidos por mês. Agora, o número baixou para 1.100 mensais.

De acordo com João Carlos Macedo, isso é uma prova de que os proprietários estão tendo a consciência de vigiar seus animais, evitando que andem solto nas rodovias estaduais, levando risco de morte aos condutores e passageiros dos veículos em trânsito pelas vias do Estado.

diariodonordeste

Bardot agradece a Putin, seu 'primeiro-ministro favorito'


(Arquivo) Bardot dirige uma fundação de defesa dos animais, (AFP, Eric Feferberg)
MONTREAL — A atriz francesa Brigitte Bardot agradeceu com efusão, em uma carta aberta, ao chefe de Governo russo Vladimir Putin, seu "primeiro-ministro preferido", por ter proibido o comércio de peles de focas na Groenlândia.
Bardot, que dirige uma fundação de defesa dos animais, reagiu assim a uma decisão tomada pela Rússia, Belarus e Cazaquistão em meados do ano e que entrou em vigor em 20 de agosto passado, depois de publicada pela Organização Mundial do Comércio.
Nesta semana foi divulgada pelo Fundo Internacional para a Proteção dos Animais (IFAW), organização que combate a caça comercial de focas no Canadá.
Bardot foi mais além ao agradecer a Putin por "seu mais belo presente de Natal".
"Meu primeiro-ministro preferido, desejo a você o melhor para os meses e anos que vêm", afirmou a ex-símbolo sexual.

Portugueses têm leões, tigres ou crocodilos como animais de estimação Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/portugueses-tem-leoes-tigres-ou-crocodilos-como-animais-de-estimacao


A vontade de ter animais de estimação não se fica pelos cães, gatos ou tartarugas e alguns portugueses optam por leões, tigres, ursos ou crocodilos, apesar de a posse ser proibida.
Há um conjunto alargado de espécies, como os felinos ou primatas, cuja detenção é proibida desde 1992 pela sua perigosidade, "o que não implica que não se possa encontrar alguns em casa de particulares", ou em circos, disse à agência Lusa o chefe da unidade de Aplicação das Convenções Internacionais do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB).
Apesar de nos últimos anos as situações terem diminuído, João Loureiro avança que, "em média, há no mínimo dois a quatro grandes felinos apreendidos por ano, entre leões e tigres".
Nos circos, em muitos casos, os animais não estão em situação ilegal, mas muitas organizações "deixam de ter hipótese de os alimentar" e acabam por entregá-los ao ICNB ou por ser apreendidos por falta de condições adequadas.

"De vez em quando aparecem ursos, embora não com tanta frequência (...), assim como crocodilos", referiu o responsável.  Entre os primatas, são apreendidos "seis a 10, em média, por ano, entre macacos e chimpanzés", disse o responsável, lembrando que também estes números têm diminuído.

Casos de chimpazés têm ainda de ser investigados


"Os últimos de grande porte já foram [apreendidos] há dois anos, foram chimpanzés", especificou João Loureiro. "Não haverá, esperamos, muito mais chimpanzés em casa das pessoas, mas temos informação de que poderá haver ainda um ou dois, [possibilidade] que estamos a averiguar ", acrescentou.

O responsável do ICBN fala sempre em números médios de apreensões nos últimos anos e esclarece: "Antigamente as pessoas não tinham a noção de que era proibido ter esses animais e por isso eram apreendidos mais".

"Se podemos dizer que tendencialmente nos parece que está a diminuir esta situação, também é verdade que há dois anos apanhámos nove chimpanzés, que é um número muito grande", salientou. Quanto aos crocodilos, embora não seja permitido em Portugal, exceto em parques zoológicos e num ou noutro circo autorizado, "é muito fácil" comprá-los em Espanha.

"Mais grave que isso, e temos muita dificuldade em controlar, [é possível comprar crocodilos] pela internet e o animal vem via correio. Muitas vezes os próprios correios não sabem o que trazem", avançou João Loureiro.
 "Muitas vezes são jovens adolescentes que querem mostrar um animal exótico e acabam por comprar um crocodilo, que tem 20 centímetros, mas depois cresce", acrescentou.

E se com 20 centímetros a mordedela não é perigosa, com 40 ou 50 centímetros já causa danos e as pessoas, "infelizmente, em vez de entregar [os animais] às autoridades, libertam-nos na natureza, porque sabem que [a sua posse] é ilegal", explicou.

Os dados do ICNB disponíveis revelam que em 2006 o total de apreensões por comércio ilícito atingiu os 66 animais, número que subiu para 182 em 2009. Em relação ao ano passado os dados indicam apenas as apreensões de mamíferos, que foram 20.

http://aeiou.expresso.pt/

Filmar com animais fez Matt Damon se sentir 'mais humilde' Ator é o protagonista de 'Compramos um Zoológico'; Scarlett Johansson e o diretor Cameron Crowe falam sobre o filme


"Compramos um Zoológico" é a história de um jovem viúvo (Matt Damon) que, meses após a morte de sua mulher, decide comprar um zoológico e se mudar para lá com os dois filhos pequenos. Um dado interessante do filme é o fato de ele ser baseado na real história da família Mee, que fez isso em 2006.
Foto: Divulgação
Matt Damon em 'Compramos um Zoológico'
Além de Matt Damon, o longa conta com Scarlett Johansson e Elle Fanning no elenco. A direção é de Cameron Crowe ("Jerry Maguire"; Quase Famosso").
Foto: Carolina CimentiAmpliar
Benjamin Mee e Matt Damon
“Essa é realmente a nossa história”, disse ao iGBenjamin Mee, que no filme é representado por Damon. “A essência está lá, alguns fatos também, a cronologia é um pouco diferente, pois a minha mulher morreu depois que nos mudamos para o zoológico, mas todo o resto é bastante fiel”, afirmou o proprietário do zoológico Dartmoor, em Devon, na Inglaterra.

A julgar pelo verdadeiro Benjamin Mee e seus dois filhos, Milo (10 anos) e Ella (8), que foram a Nova York para o lançamento do filme, a verdadeira história é tão ou mais inspiradora do que o filme.
“Quando surgiu a oportunidade de comprar um zoológico em decadência, várias pessoas ao meu redor disseram que era uma escolha impossível, que seria uma loucura, e eu comecei a questionar todos esses julgamentos. Por que impossível? Por que loucura? E dia após dia eu ficava mais certo de que era a coisa certa a fazer”, conta Mee, que hoje dirige um dos zoológicos mais respeitados e imitados do mundo.
Foto: DivulgaçãoAmpliar
Scarlett Johansson e Maggie Elizabeth Jones em 'Compramos um Zoológico'


Para Matt Damon, a experiência de filmar com animais o fez ficar "mais humilde". “Quando o leão com o qual filmávamos não olhava para a câmera, a equipe passeava com uma zebra a cerca de 100 metros de distância. Em milésimos de segundos, o leão focava toda a sua atenção na zebra e, acredite, não é nada confortável estar entre um leão e o seu possível almoço”, explicou o ator.
Uma Scarlet Johansson praticamente sem maquiagem e sem roupas glamourosas interpreta Kelly, a chefe da equipe do zoológico. “Foi uma experiência enriquecedora trabalhar com Crowe neste filme. Eu sempre fui curiosa para ser dirigida por ele, e eu estava certa. Foi um desafio, e a cada dia de filmagem eu realmente sentia que tinha trabalhado duro.”
"Compramos um Zoológico" também marca a volta do diretor Cameron Crowe ao cinema, depois de dois documentários e quase seis anos sem lançar um filme. Crowe disse ao iG que ele sempre preferiu escrever, mas que neste filme ele passou a gostar mais de dirigir.
“A equipe com quem trabalhei foi sensacional, especialmente Rodrigo Prieto, o diretor de fotografia. O processo todo foi tão criativo que, pela primeira vez, dirigir superou o ato de escrever”, conta Crowe.

Prieto, mencionado pelo diretor, trabalhou na fotografia de mais de 30 filmes, entre eles "Amores Brutos" e "Babel". Em "Compramos..." além dos desafios normais de iluminação em cenas externas e chuvas, o fotógrafo também teve de lidar com dezenas de animais, afinal todas as espécies que aparecem na tela foram realmente filmadas juntamente com os atores.
“Além de muita paciência e a necessidade de evitar fazer movimentos bruscos, quando você filma com ursos, tigres e leões, a direção envolve muita carne crua e pausas para o ‘ator’ ir ao banheiro”, brincou Prieto.
fonte: ultimosegundo.