sábado, 20 de setembro de 2014

Falta de água pode levar humanidade ao vegetarianismo


Ingestão de proteína animal precisa diminuir, diz estudo
Importantes cientistas que estudam questões relacionadas à água fizeram um grave alerta sobre a produção mundial de alimentos, afirmando que a população global pode ter de mudar para uma dieta quase completamente vegetariana nos proximos 40 anos, a fim de evitar uma escassez catastrófica.
Os humanos consomem cerca de 20% de suas proteínas de produtos baseados em animais, mas isto poderá ter de cair para 5% para alimentar mais 2 bilhões de pessoas que deverão estar no planeta até 2050, de acordo com uma nova pesquisa.
“Não haverá água o bastante na agricultura atual para produzir comida a uma população de 9 bilhões em 2050, se seguirmos tendências correntes e mudanças em direção a dietas comuns em nações ocidentais,” afirma o relatório produzido por Malik Falkenmark e colegas do Instituto Internacional de Água de Estocolmo.
O alarme sobre a escassez de água e seus efeitos na limitação da produção de alimentos é feito em um momento em que Oxfam e ONU se preparam para uma possível segunda crise global em cinco anos. Os preços de alimentos básicos como milho e trigo subiram quase 50% nos mercados internacionais desde junho, como resultado de secas severas nos EUA e Rússia, e fracas chuvas de monções na Ásia. Mais de 18 milhões de pessoas já enfrentam uma crítica escassez na região do Sahel.
A Oxfam previu que os aumentos de preços terão impacto devastador sobre países emdesenvolvimento com forte dependência de importações de alimentos, incluindo partes da América Latina, norte da África e Oriente Médio.
A adoção de uma dieta vegetariana é uma opção de aumentar a quantidade de água disponível para a plantação de mais comida em um mundo de clima cada vez mais errático, dizem os cientistas. Os alimentos ricos em proteína animal consomem de 5 a 10 vezes mais água que uma dieta vegetariana. Um terço da terra agricultável do mundo é usada para colheitas que servem à alimentação de animais. Outras opções para alimentar as pessoas incluem a eliminação do desperdício e um aumento do comércio entre países com excedentes de alimentos e aqueles com deficit.
“Novecentas milhões de pessoas já passam fome e 2 bilhões são subnutridas, apesar de que a produção de alimentos per capita continua a aumentar,” afirmam. “Com 70% de toda a água disponível sendo usada na agricultura, haverá muita pressão sobre terras e água para alimentar mais 2 bilhões.”
O relatório está sendo divulgado no começo da conferência mundial sobre a água, em Estocolmo, onde 2.500 políticos, organizações da ONU, ONGs e pesquisadores de 120 países se encontram para discutir problemas relacionados a este recurso, informa oGuardian.
Foto: Creative Commons
fonte:http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/planeta-urgente/falta-de-agua-pode-levar-humanidade-ao-vegetarianismo/

Proibições à venda de animais domésticos acendem debate sobre indústria dos pets





Lojas se defendem dizendo que o problema é a fiscalização, e não a vendaFoto: Jean Pimentel / Agencia RBS

Em outubro do ano passado, ativistas invadiram o Instituto Royal, em São Roque (SP), para salvar beagles de um cenário de “pesadelo”, segundo se relatou. Foi lenha no debate cada vez mais aceso sobre o bem-estar dos bichos, que agora, em Miami, se volta ao comércio de animais domésticos. Na
semana passada, comissários aprovaram uma moratória de seis meses para decidir se a venda deve ser banida, o que somaria Miami a outras mais de 30 cidades americanas com legislação semelhante.

Países como a Áustria e a Suíça também cortaram as asas das lojas. Em junho, o governo espanhol ensaiou resolução nesse sentido, e os vereadores de Fortaleza, aqui mesmo, no Brasil, seguem avaliando a proibição do comércio de cães, gatos e outros animais domésticos em pet shops.

ONGs brasileiras vêm bolando projetos de lei e recolhendo assinaturas para atacar o que as entidades veem como um problema. A proibição do comércio é encarada como um primeiro passo em uma perspectiva mais ampla, integrada também à Declaração de Cambridge, assinada em 2012 por diversos cientistas que atestaram que os animais têm consciência.

— Os animais não existem para o proveito do ser humano, eles têm os seus próprios propósitos. Não são propriedade nem mercadoria. A questão tem menos a ver com o animal ser bem tratado. As discussões costumam ficar em torno disso, mas o principal é que o animal não existe para o uso — diz Lydvar Schulz, coordenador do grupo de libertação animal Onca.

Por outro lado, o cão só virou o que é hoje porque deixou de ser lobo ao se associar com o homem e descobrir um laço favorável que o protegia dos perigos e urgências da cadeia alimentar. A solução, então, não seria abandonar os animais a uma natureza idealizada:

— Estamos contra a domesticação porque ela é uma violência, um eufemismo para subjugação. Mas não somos contra a pessoa manter em casa um cachorro, um gato, desde que tenha consciência de que eles não estão ao serviço do homem. A adoção consciente ajuda a mitigar o prejuízo. Não precisa comprar. Sempre vai ter como adotar — completa Schulz.

Ao contrário do que se poderia pensar, as lojas não se opõem à adoção.

— A pet shop lucra tanto com a venda quanto com a adoção. O cachorro adotado consome ração, toma banho. Boa base do orçamento, é claro, vem da venda, mas a pet shop, em principio, é a favor da adoção — diz Glaziete Pinto, vice-presidente da Associação Gaúcha de Pet Shops (Agapet).

Glaziete ressalta que as lojas não são responsáveis por quaisquer maus tratos que os animais sofram:

— A pet shop tem veterinário, tem vistoria. O problema é o canil. A proibição não adianta nada. É preciso fiscalizar. Não estamos nos anos 1970, mas em 2014. Proibição é ditadura, sou completamente contra. Se isso acontecer, vão fazer venda clandestina dentro de casa fechada, em box de banheiro. Tem que ter venda correta, com fiscalização pelo Conselho de Medicina Veterinária — defende Glaziete, acrescentando que, assim, o animal será bem cuidado do canil até o consumidor final.

Os ativistas alegam que a prática de obrigar que cachorras passem os dias confinadas e sejam submetidas a cruzas forçadas e a manipulação genética das espécies – geradora, por vezes, de bichos adoentados, com problemas respiratórios e tumores sempre prontos para aparecer – seria a consequência de tratar o bicho como mercadoria, o que supõe um modo de produção industrial.

— Por trás do comércio existe a fabricação de raças. E os mesmos laboratórios que manipulam a genética vendem os remédios. A pet shop não ganha apenas com a venda do animal ou o banho e tosa, mas também com os remédios — afirma Schulz.

Apesar de ser a favor da manutenção da venda pelas lojas, Glaziete concorda que a experimentação genética merece passar por debate. E, sobre a garantia de que não haverá maus tratos, acrescenta:

— Às vezes nem a pet shop sabe o que acontece com os animais no canil. Se o consumidor fiscalizasse, ele seria o melhor fiscal do mundo.

Fonte: Zero Hora

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Cão é operado nos EUA após ser atropelado em perseguição policial


Gordo passou por cirurgia após ser atropelado durante perseguição policial (Foto: ACCESS Specialty Animal Hospitals/AP)
Gordo passou por cirurgia após ser atropelado durante perseguição policial (Foto: ACCESS Specialty Animal Hospitals/AP)
O cão chamado Gordo passou por uma cirurgia de emergência em um hospital veterinário em Culver City, no estado da Califórnia (EUA), após ser atropelado por uma van durante uma perseguição policial na quarta-feira à noite (17).
Atropelamento foi transmitido por TVs e comoveu americanos (Foto: Reprodução/YouTube/KTLA)
Atropelamento foi transmitido por TVs e comoveu americanos (Foto: Reprodução/YouTube/KTLA)
O cachorro foi operado na quinta-feira e, segundo os veterinários, sua condição é estável. De acordo com a porta-voz do hospital veterinário, Shannon Brown, Gordo sofreu um corte profundo e teve fraturas no quadril e fêmur.
Durante a perseguição, emissoras de TV mostraram o cão correndo na rua e sendo atropelado.
Muitas pessoas ligaram para o hospital preocupados com a saúde do Gordo. “Eles querem saber se ele vai ficar bem”, destacou Shea Heagle, coordenadora de atendimento ao cliente do hospital veterinário.
Gordo sofreu um corte profundo e teve ossos quebrados devido ao impacto (Foto: ACCESS Specialty Animal Hospitals/AP)
Gordo sofreu um corte profundo e teve ossos quebrados devido ao impacto (Foto: ACCESS Specialty Animal Hospitals/AP)
Além disso, segundo ela, mais de US$ 3.500 foram doados para o tratamento do cão. “Temos recebido muitas doações”, disse Shea.
Os ocupantes da van, Yovany Rodriguez, de 21 anos, e Gwendi Valenton, de 26, foram detidos acusados de roubo de veículos.
Fonte: G1

Fogo destrói reserva ambiental e animais fogem em Orlândia (SP)


Gavião ficou cercado pelas chamas em mata de Orlândia, SP (Foto: Reprodução/EPTV)
Gavião ficou cercado pelas chamas em mata de Orlândia, SP (Foto: Reprodução/EPTV)
Um incêndio de grandes proporções em duas fazendas de Orlândia (SP) destruiu 250 hectares de uma área de preservação permanente na quarta-feira (17), às margens da Rodovia Anhanguera. O fogo levou dez horas para ser controlado pelos bombeiros e animais, como uma jiboia e um gavião, fugiram do local.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o fogo começou no início da tarde e foi controlado no fim da noite. Ao todo, uma equipe de 12 homens foi acionada para ajudar no combate às chamas. A corporação também teve apoio de brigadas de incêndio de usinas da região e de caminhões-pipa.
Um gavião ficou cercado pelas chamas e voou em círculos, na tentativa de chegar ao ninho, mas o fogo impediu o acesso à mata e ele pousou em uma torre de transmissão de energiaDurante a noite, uma jiboia foi encontrada pelos bombeiros fugindo do local. Uma árvore com mais de 20 metros de altura ficou em brasas depois que o fogo controlado.
O incêndio não atingiu as sedes das fazendas Boa Esperança e Palmito, onde estava a área de preservação permanente. Ainda de acordo com os bombeiros, ninguém se feriu.
Jiboia fugiu do fogo em área de preservação, em Orlândia, SP (Foto: Reprodução/EPTV)
Jiboia fugiu do fogo em área de preservação, em Orlândia, SP (Foto: Reprodução/EPTV)
Outro incêndio
Na segunda-feira (18), um incêndio tomou conta das margens da Rodovia Altino Arantes, entre Orlândia e Morro Agudo. O incêndio chegou a devastar uma área de vegetação nativa, além de uma plantação de eucaliptos e um canavial.
O fogo foi controlado, mas o Corpo de Bombeiros não soube informar o tamanho da área afetada pelas chamas.
Fonte: G1

Coletivo realiza “Semana Mundial pela Abolição da Carne”

Por Meat Abolition (em colaboração para a ANDA)
meat
O coletivo internacional Meat Abolition realiza do dia 20 a 28 de setembro a “Semana Mundial pela Abolição da Carne” ou SMAC. A iniciativa prevê ações que visam abolir de forma definitiva o assassinato de animais para alimentação em todo o planeta.
O coletivo alerta para o sofrimento causado pelas milhões de mortes geradas pela indústria pecuária. Dados apontam que a cada hora seis milhões de animais terrestres são mortos para consumo. O número de animais marinhos chega a ser incalculável.
O grupo convida a todos a divulgarem, criarem ou participarem de ações que visem a abolição da carne. Veja a agenda e saiba mais sobre o Meat Abolition aqui.
fonte: http://www.anda.jor.br/19/09/2014/coletivo-realiza-semana-mundial-abolicao-carne

Humanos artificiais podem dar fim a experimentos com animais


Foto: Divulgação/The Sunday Times
Foto: Divulgação/The Sunday Times
O projeto poderia ser, a principio, uma ótima notícia, se não fosse pelo fato de ser tão intrigante. Afinal, a criação de micro-humanos através de microchips não soa muito bem. O projeto se chama “Humano em chip”, e visa à criação de micro-humanos artificiais para tentar acabar, ou, pelo menos, reduzir a necessidade de utilizar animais para a realização de experimentos em laboratório. Essa estranha iniciativa propõe a criação de um microchip que possa recriar a reação de um ser humano à inalação de substâncias presentes no intestino ou no sangue.
De acordo com uma publicação do jornal The Sunday Times, já estão sendo utilizadas as primeiras versões de “humanos artificiais”, porém em fragmentos: miniaturas de pulmões, corações, fígados e rins, que servem para testar a reação dos órgãos a novos medicamentos sem a intervenção de seres vivos. Dessa maneira, por mais que possa soar estranho pensar em uma “granja de humanos artificiais”, não seria mais que uma possibilidade laboratorial que aliviaria do peso do progresso científico dos mais de 100 milhões de animais que são submetidos anualmente a testes de medicamentos e alimentos.
Os responsáveis pelo desenvolvimento dessa iniciativa inovadora, da Universidade Técnica de Berlim, calculam que, em 2017, já poderão estar em funcionamento chips de dez órgãos que revolucionariam o desenvolvimento de remédios.
Fonte: PSafe Home

Filhote órfã de rinoceronte é resgatada por motorista na África


(da Redação)
Foto: Facebook / Protrack
Desesperada por sombra após muito tempo sob o sol, a filhote encosta em um dos carros dos que pararam para socorrê-la (Foto: Facebook / Protrack)
Até agora, nesse ano, no mínimo 736 rinocerontes já foram mortos nas mãos de caçadores na África do Sul, o que coloca 2014 a caminho de ser considerado o pior ano em termos de perdas de rinocerontes da história. Mas, enquanto a tragédia da caça é frequentemente associada a imagens de corpos ensanguentados dos quais foram brutalmente arrancados os seus chifres, a parte mais comovente da cruel prática pode ser vista nos rostos daqueles sobreviventes que foram deixados para trás.
No início deste mês, conservacionistas da ONG Protrack Anti-Poaching Unit compartilharam a comovente história de uma filhote fêmea de rinoceronte que foi encontrada vagando sozinha por uma rodovia no Parque Nacional Kruger, na África do Sul, aparentemente após ter perdido a sua mãe para caçadores. As informações são do The Dodo.
O motorista Liam Burrough, que passava pelo local, foi um dos primeiros a encontrar o animal indefeso, e parou para prestar ajuda ao bebê rinoceronte que estava sob o sol quente.
Foto: Facebook / Protrack
Foto: Facebook / Protrack
“Muito desidratada, coberta de feridas e claramente em busca desesperada por sombra, o filhote se aproximou do meu carro. Ela gritou para o vazio, olhou para mim por um momento e depois apoiou o queixo na minha porta”, Burrough escreveu em sua página no Facebook.
“Caindo em sua parte traseira e depois relaxando o seu corpo todo no chão, ela aproveitou alguns momentos de descanso tranquilo na nossa sombra. Ela, em uma tenra idade, sem dúvida perdeu a mãe para um caçador, nesta que é uma das áreas mais atingidas pela caça ilegal (sic) no Kruger”.
Enquanto o motorista e seu grupo esperavam que os guardas florestais do parque chegassem ao local, eles jogaram água para resfriar a pele da jovem rinoceronte. Burrough disse que tentou assegurar o filhote de que ela ficaria bem, observando que, apesar das circunstâncias horríveis que levaram até esse momento, o animal ainda parecia confiante neles.
Foto: Facebook / Protrack
Foto: Facebook / Protrack
“A trágica ironia de tudo isto é que a filhote estava sendo abordada por seres da mesma espécie que a dos responsáveis ​​por terem lhe deixado órfã, agora em busca de conforto”, escreveu Burrough.
A bebê, que ainda não tinha nome, foi enviada posteriormente para recuperação no Care For Wild, um centro de reabilitação de animais selvagens da África, onde se juntou a um grupo de outros órfãos cujas mães morreram pelas mãos de caçadores.
Seus cuidadores relatam que ela está “muito bem” mas, apesar da sua pouca idade, é provável que ela não seja devolvida à natureza.
fonte:http://www.anda.jor.br/19/09/2014/filhote-orfa-rinoceronte-resgatada-motorista-africa

Aprovado projeto de lei que proíbe criação de animais para extração de peles no estado de SP


Foto: Reprodução internet
Foto: Reprodução internet
Foi aprovado na tarde desta quarta-feira (17), na Assembléia Legislativa de São Paulo, o projeto de lei (PL) 616/11, de autoria do deputado Feliciano Filho (PEN), que proíbe a criação de animais com finalidade exclusiva para extração de peles no estado.
O projeto, que segue agora para sanção do governador Geraldo Alckmin, determina o fim da criação ou manutenção de qualquer animal doméstico, domesticado, nativo, exótico, silvestre ou ornamental com a finalidade de extração de peles.
“A indústria de extração de peles tem uma das práticas mais cruéis do mundo”, afirma o deputado. “A aprovação deste projeto preserva a vida de milhares de animais que vivem em cubículos muito pequenos, mal podendo se mexer, para depois serem mortos de forma cruel, para satisfazer a vaidadehumana”, declara Feliciano.
Dentre os animais utilizados por essa indústria estão coelhos, raposas, visons, texugos, focas, coiotes, esquilos e chincilas. Os animais vivem em cativeiro, em pequenas gaiolas, com piso inadequado, para não encarecer o custo de criação. Apartados de suas condições naturais e impedidos de realizar comportamentos inerentes às espécies, ficam em alto nível de estresse.
Mas a crueldade maior acontece no momento da morte, com técnicas que visam preservar a integridade e boa qualidade da pele. A maioria dos animais costuma ser assassinado próximo aos oito meses de vida, logo após a primeira troca de pelagem.
O projeto aprovado pela Assembleia prevê, como penalidades, o pagamento de 500 UFESPs por animal, além da cassação do registro de Inscrição Estadual do criador e pagamento de 1.000 UFESPs, no caso de reincidência.

Exausto, cavalo cai no meio da rua após puxar carroça com blocos na Bahia


Dono da carroça e o ajudante tiveram que tirar a carga para levantar o animal Reprodução/Record Bahia
Dono da carroça e o ajudante tiveram que tirar a carga para levantar oanimal
Reprodução/Record Bahia
Uma cena chocou os moradores do município de Camaçari, na região metropolitana de Salvador.
Um cavalo caiu no meio da rua, exausto de tanto trabalhar. O animal estava preso a carroça carregada de blocos.
O dono da carroça e o ajudante tiveram que tirar a carga para levantar o animal. Infelizmente, os moradores da localidade disseram que cenas como estas são frequentes.
fonte:http://www.anda.jor.br/18/09/2014/exausto-cavalo-cai-meio-rua-apos-puxar-carroca-blocos-bahia

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Fatia de Crueldade: Investigação secreta revela tortura contra animais da indústria de laticínios


Uma investigação secreta realizada pela Mercy for Animals registrou abusos horríveis na fazenda de laticínios de Winchester, no Novo México, a qual é fornecedora do Leprino Foods, o maior produtor de muçarela do mundo. A Leprino Foods, por sua vez, é o principal fornecedor dos restaurantes Pizza Hut, Domino’s e Papa John’s.
Fatia de Crueldade
O flagrante realizado com câmeras escondidas mostra:
  • Funcionários viciosamente chutando e esmurrando vacas, e as perfurando com chaves de fenda, provocando feridas e sangramentos.
  • Vacas sendo violentamente chicoteadas no corpo e no rosto com correntes e cabos de aço.
  • Funcionários maliciosamente eletrocutando vagas feridas e doentes e as arrastando com tratores.
  • Vacas feridas e doentes sofrendo com dores e infecções sem qualquer cuidado veterinário.
Fatia de Crueldade
Bezerros vivem o pouco tempo de suas vidas um verdadeiro inferno.

Opinião dos experts

Após assistirem ao vídeo, os Doutores do Departamento de Ciência Animal da Universidade do Colorado, Bernard Rollin, Terry Engle e William Wailes, escreveram:
“De todos os vídeos de atrocidades contra animais publicados por inúmeros grupos de defesa animal que nós já examinamos, talvez esse seja o que mostre o mais prolongado e severo sofrimento já infligido a um inocente gado leiteiro. Está claro que os funcionários gostam de infligir dor e sofrimento, até mesmo comentando sobre o que estão fazendo. [...] Todos nós consideramos igualmente responsáveis por esse comportamento abominável, tanto os proprietários quanto os gerentes.”
Fatia de Crueldade
Vacas são arrastadas por tratores ainda vivas e conscientes.

O lado negro da indústria de laticínios

Tratadas como meras máquinas de produção de leite, vacas exploradas e mortas por leite e queijo suportam vidas inteiras de privação e maus tratos.
A fim de manter o fornecimento de leite, vacas são repetidamente inseminadas. Várias vezes por dia são ligadas a máquinas de ordenha que podem provocar choques, lesões dolorosas e mastites (uma infecção das tetas). Algumas passam suas vidas inteiras em pisos de concreto, enquanto outras são amontoadas em baias lamacentas.
Você pode mudar essa realidade.
Funcionários maltratam cotidianamente.
Vacas têm uma longevidade natural de aproximadamente 25 anos, mas o stress provocado por fazendas industriais levam a doenças, aleijamento e problemas reprodutivos que as tornam inúteis para a indústria de laticínios aos 4 ou 5 anos de idade.
Esses animais altamente inteligentes e sociáveis sofrem abusos inimagináveis desde o seu nascimento, quando são arrancados de suas mães, até que estejam tão esgotadas pelas inseminações incessantes e produção de leite constante, que são vendidas a abatedouros.

O que você pode fazer

Apesar de crueldade e violência indefensáveis serem práticas padrão da indústria de laticínios, você pode ajudar a acabar com todo esse sofrimento completamente desnecessário, tornando-se vegano.
Adicionalmente, diga ao maior fornecedor de queijo para pizza do mundo para parar com a tortura dessas vacas, através da nossa petição, clicando aqui.
FONTE:http://oholocaustoanimal.wordpress.com/2014/09/17/fatia-de-crueldade-investigacao-secreta-revela-tortura-contra-animais-da-industria-de-laticinios/

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Tribunal da Índia proíbe sacrifício de animais em templos religiosos

Foto: Care2
Foto: Care2
A exploração de animais para fins religiosos é uma questão polêmica, especialmente em um país como a Índia, onde a religião está tão inserida na vida diária das pessoas e representa uma força motriz que historicamente divide a nação.
Mas há excelentes notícias para os animais na Índia. Um tribunal indiano acabou de proibir a prática cruel do sacrifício de animais em templos hindus.

Sacrifício de animais é algo “cruel e bárbaro” (e muitas vezes legalizado)

Conforme reportagem do The Guardian, ativistas de direitos animais estão animados com a decisão do estado de Himachal Pradesh que tornará proibida a matança de animais em templos hindus.
Um tribunal da região norte do país declarou o fim do sacrifício de animais por razões religiosas por considerar a arcaica e desnecessária prática como “cruel e bárbara”. A proibição se estende a locais de culto e também a “terras adjacentes e edifícios”. O tribunal solicitou que a polícia e os órgãos de fiscalização da lei apliquem e imponham a proibição. As informações são da Care2.
De acordo com o tribunal, milhares de animais são sacrificados em nome da adoração religiosa, e essa tortura inflige extremo sofrimento e dor aos animais da Índia. O tribunal deu um passo adiante ao tomar a decisão e afirmou que tal comportamento bárbaro não pode “apaziguar qualquer deus ou divindade”.
O tribunal apontou também para o caráter ultrapassado dessa prática, e que ela não pode ser suportada nos dias atuais. Com a proibição, muitos animais serão poupados do sofrimento, especialmente cabras e ovelhas. Os animais são mortos em oferenda simbólica a divindades hindus, mas há também um componente prático no sacrifício dos mesmos: após os procedimentos religiosos em que os animais são geralmente mortos com uma faca ao adentrar nos templos hindus, seus corpos são muitas vezes levados a vilarejos locais para serem consumidos em festas e festivais não vegetarianos.
por que os hindus cometem esse sacrifício de animais? Segundo a reportagem, não há uma razão específica. Mas a Occupy for Animals fornece um vislumbre interessante sobre a racionalização do sacrifício animal em nome da religião, com a explicação de um devoto religioso: “Nós acreditamos que nos livraremos de nossos vícios e doenças quando sacrificamos animais. Todos os anos nós participamos do festival para evocar bençãos das divindades”.
Além disso, a Occupy for Animals diz que o sacrifício de animais é ilegal no país. Por exemplo, é proibido em muitos estados indianos com base na Lei de Proibição do Sacrifício de Animais e Pássaros, porém ainda há sacrifícios de animais, especialmente de camelos indianos, durante cerimônias religiosas islâmicas.
Tradição ou poder?

Ambos os lados do debate pesaram na decisão do tribunal. De acordo com reportagem do The Guardian, um ativista local disse à AFP que “acolhe” a proibição do sacrifício de animais pois isso vaiacabar com centenas de anos de crueldade animal em nome da religião. Já o Legislador Maheshwar Singh discordou, argumentando que a decisão do tribunal “vai contra as crenças e costumes de muitos povos antigos”.
No entanto, esse pode não ser o fim do sacrifício religioso de animais. Enquanto a maioria dos hindus não participa de sacrifício de animais, os que o fazem são inflexíveis sobre a preservação da prática milenar. Segundo dados citados pelo Business Times International, em 2009, muitos indianos viajaram para o Nepal apenas para ir ao festival Gadhimai, onde 5 milhões de pessoas participaram e 250 mil animais foram mortos em “oferenda” à divindade hindu que tem o mesmo nome do festival. Gadhimai é a deusa hindu do poder.
Poder – é sobre isso que o sacrifício de animais fala, conforme lembra a reportagem. Os seres humanos afirmam ter poder sobre os animais, e acreditam que as divindades tenham poder sobre nós. A reportagem finaliza comentando que devemos torcer para que o poder terrestre seja abrandado, e a matança de animais inocentes da Índia acabe. No final, vamos torcer para que a compaixão ganhe dessa luta pelo poder porque, como o tribunal observou, “A compaixão é um princípio básico em todas as religiões”.
fonte:http://www.anda.jor.br/15/09/2014/tribunal-india-proibe-sacrificio-animais-templos-religiosos